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Os Swaps e os transportes públicos...

por Nuno Raimundo, em 31.05.13

Veio a público a informação de que o governo quer afastar os administradores que contratualizaram swaps tóxicos para restruturar as dívidas das empresas públicas de transporte de passageiros. Neste momento estas mesmas empresas estão em processo de futura concessão a privados.

Muitas das quais estão em luta pelos seus direitos fundamentais e respetiva Contratação Coletiva. Ainda ontém o Metropolitano de Lisboa esteve em greve durante o seu período de funcionamento. Outras empresas do setor estão em negociações com as respetivas administrações e o desenrolar do processo negocial encontra-se com perspetivas positivas...

 

Caberá agora ao governo, e principalmente ao Ministro da Economia e seu Secretário de Estado (tutela), resolver este imbróglio...

Como poderão manter e sustentar nos cargos quem contribuiu para também agravar o défice das contas públicas?

E a quem constantemente fizeram "rodar" por cargos de topo, noutras empresas estatais?

Haverá de facto responsabilizações criminais para quem assim geriu a "coisa pública"?

Serão arquivados estes acontecimentos que prejudicaram o país seriamente (e a curto prazo assim o continuarão a fazer...)?

A Comissão de Inquéritos formada para avaliar estas situações, porá de parte a responsabilidade política de quem fez as devidas nomeações?

 

Importa responder a estas e a outras questões, até porque a paz social é necessária a todos... Aos utentes, aos funcionários,  às respetivas administrações, mas principalmente aos contribuintes!

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Concertos forçados

por Ana Lima, em 31.08.12

Eu não sou uma rígida conservadora e a música até não era má (do meu ponto de vista, claro).

Mas quem é que disse que todos temos que gostar de estar à espera do metro e ter uma banda rock a tocar e a ecoar na estação, como se estivéssemos sedentos de um forte shot de decibéis? Ontem, na estação de metro da Baixa-Chiado, a uma hora em que o intervalo entre os comboios não é nada curto, uma senhora contorcia-se com o desconforto que lhe causavam estes minutos de espera ao som de guitarras eléctricas e bateria, que causava até vibrações e não deixava que duas pessoas conversassem normalmente. 

Sugiro, portanto, aos senhores do Metropolitano de Lisboa que, se não querem alterar a programação dos concertos, ao menos forneçam, junto às bilheteiras, uns protectores de ruído para os ouvidos. Os passageiros já são torturados de tantas maneiras...

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Não faz mesmo sentido

por Daniel João Santos, em 20.01.12

O que não faz mesmo sentido, meu caro Manuel, é supressão de comboios, o desinvestimento nas linhas férreas e transportes públicos, apoiando o uso da viatura individual. No entanto, compreendo este governo. A receita fiscal sobre os combustíveis, o apoio ás portagens das ex-secut é fundamental para receitas e mater os amigos contentes.

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Transportes públicos aumentam 15%:

 

"- Utentes passam a ter incentivo para seleccionarem melhor o local onde vivem e a localização do emprego que têm." - João Miranda, Blasfémias.

 

Deve ter sido preciso muito trabalho mental para se conseguir justificar um aumento destes com tal argumento. Desde já os meus parabéns ao autor por tal cambalhota... espero que não se tenha aleijado.

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