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A escrita tem por sua vocação natural o livro, é o apelo do suporte em papel. Das mãos que o folheiem, dos olhos que sigam as páginas linha após linha, palavra após palavra, até que tudo se esgote em deleite.
Hoje a Teresa concretizou esse sonho. Hoje a língua portuguesa acordou mais rica…

17h00, na livraria do Cinema King, Lisboa

Um pássaro irrequieto fez-se escrita. E uma autora materializou-se em livro, daqueles se folheiam em folhas de papel... esperemos que as ditas folhas tenham sido generosas na forma como acolheram a sua escrita, que lhe tenham permitido soltar-se em todo o seu brilho, e que por muitas mãos e leituras se deixem escorrer, como água intranquila...
(tela de Silvestre Raposo dedicada à autora)
Todos temos uma relação com as palavras onde peças e ângulos procuram os seus lugares para complementos luminosos e ideias como causas. Não posso esquecer a relação da Teresa com as suas palavras estéticas de fino recorte. Por isso e por ela mesma, saúdo com prazer a sua integração como co-blogger e companheira no 2711. Seja a Teresa absolutamente bem-vinda na Liberdade Faterna de Intervenção Cívica Dialogante, pela Criação Livre e pela Resistência [do Aço], que este projecto há-de pressupor ou não seria nem nasceria. Sem mandato para esta saudação, porque é espontânea e minha, puxo e repuxo neste gesto os meus companheiros Manuel, Nuno e Daniel, o qual certamente fará oficiosa e oficialmente as honras da casa.