Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Passou-se de vez?!

por Nuno Raimundo, em 12.06.13

Parece que afinal as decisões do Tribunal Constitucional não são para cumprir.

Pelo menos é o que deve pensar o nosso primeiro-ministro, uma vez que ordenou a suspenção do pagamento do subsídio de férias dos funcionários públicos.

Desejará ele uma sublevação popular?

É que este tipo de conduta, e  quando os salários dos trabalhadores do Setor Estatal estão constantemente  a ser diminuídos à força, não será um teste à coragem e à  paciência das pessoas?

Ou será que já está farto do cargo que ocupa e está a tentar ser "despejado à força"?

É que o argumento em que se apoia, seria o único que poderia  in extremis, ser utilizado para um forçoso não-pagamento dos súbsídios em questão, sem que lhe fosse exigida a cabeça. Mas este comportamento já não é novo, e constantemente vai se testando as decisões do tribunal que faz cumprir (ou deve fazer!) a nossa cartilha legislacional, que é a soberana (!) Constituição Portuguesa!

Por isso,não se entende este tipo de comportamento e atitude!!

 

Às vezes fico com a mera impressão que se tratam apenas de simples birras típicas de criança, mas birras essas que afinal não prejudicam apenas os pais, mas uma larga maioria de cidadãos.

E por isso, deverá este caso ser alvo de reflexão profunda, pelo que se aguardam  os "novos episódios" desta série...

É que é caso para pensar que isto não vai acabar bem, para uma das partes....

Autoria e outros dados (tags, etc)

Acredite quem quiser

por Daniel João Santos, em 28.11.12

Se a proposta do Governo for viabilizada, em 2013, os trabalhadores do sector privado receberão metade dos subsídios de férias e de Natal repartidos pelos 12 meses do ano. A outra metade será paga nas datas e nos termos previstos atualmente no Código do Trabalho. A proposta prevê que 50% do subsídio de Natal seja pago até 15 de Dezembro e os restantes 50% repartidos em duodécimos. No caso do subsídio de férias, uma parte será paga antes do período de férias e a outra metade repartida pelos 12 meses do ano. Alegadamente, diz o governo, trata-se de uma forma de minorar os efeitos do aumento dos impostos. Por outro lado, digo eu, trata-se de uma forma de forma de tentar tapar o sol com uma peneira. nada mais que uma tentativa de amenizar as coisas de forma a que o cidadão proteste menos.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Os verdadeiros beneficiários do Estado Social

por Daniel João Santos, em 21.10.11

O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, recebe todos os meses cerca de 1400 euros por subsídio de alojamento apesar de ter um apartamento seu na área de Lisboa onde reside durante toda a semana.

 

Já dizia a minha mãe, meu caro Miguel Macedo: - Não basta parecer sério é preciso sê-lo.

 

ps. São todos contra RSI, subsídios de desemprego, pensões e afins, mas na hora certa é um "venha a nós" que até mete dó.

Autoria e outros dados (tags, etc)