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Primeiro veio o dinamarquês Poul Thomsen, louro e de olhos azuis. Seguiu-se o escurinho Selassie, que também já vai. Para chegar o indiano, também escurinho, Subir Lall.
Quererá isto dizer que o FMI não se entende por cá?
Ou que isto por aqui é tão bom que toda a gente cá quer vir dar uma voltinha? Que lá por Washington fazem fila por um lugarzinho aqui na praia?
Acho que é isso. E que é por isso que o FMI, por mais que ameace e por mais que lhe gritem fora daqui, não arreda pé. Agarrado a isto que nem uma lapa. E há muito…Há tanto tempo que já cá tem lugar cativo. Já não sabem viver sem nós. Nem nós sem eles!