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Bem, está na hora de mais um 1º da Maio na rua ... este diferente. Não o dia do trabalhador , mas do desempregado .
O desemprego em 2005 era de 6% aproximadamente, em 2011 nuns claros 12% , isto sem contar com milhares de nossos compatriotas que todos os meses tentam melhorar a sua situação economica e social noutros países .
Desapareceu dos olhos dos vizinhos e do mundo em 2002. A única pessoa que se importou com ela, diz que foi em Agosto. Apresentou queixa nas autoridades, mas sem mandado judicial (que ninguém se incomodou em obter), não era possível entrar no apartamento para ver o que tinha acontecido.
O correio acumulado, as pensões de reforma nunca levantadas, as contas nunca pagas deviam ter alertado a sociedade, mas não. Prevaleceu a indiferença. Só o Ministério das Finanças deu pela sua falta e na ausência de respostas, penhorou-lhe o prédio e remeteu-o para leilão.
Foi encontrada ontem, nove anos depois do dia em que a vida a abandonou no chão da cozinha, dentro da sua casa, num prédio de vários andares onde habitavam várias famílias a que antigamente se chamavam vizinhos.
Ontem, Domingo de manhã, pelas 10.15 passou uma publicidade na SIC que me deixou sem palavras. Sem palavras, não pelo conteúdo, embora o bom gosto ali não seja abundante, mas sim pelo facto de ter passado no intervalo de um espaço infantil/juvenil, obviamente que os espectadores são bastante novos.
Não consegui a versão portuguesa, mas fica aqui o reclame sem dobragem na nossa língua.
O primeiro-ministro do Haiti anunciou que o sismo do dia 12 à noite provocou mais de uma centenas de milhares de vítimas. "Há mais de 100 mil mortos", disse Jean Max Bellerive. Trata-se do primeiro número oficial que o governo haitiano avança desde o sismo de ontem. No entanto, o primeiro-ministro afirma que o número de vítimas poderá ultrapassar as 500 mil pessoas.
E subitamente o mundo desabou.