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A universalidade do direito à saúde está consagrado na Constituição. Assim, parece que por motivos económicos, a universalidade em Portugal em alguns casos só vale 15%
IPO têm mais de 100 contratações pendentes nas Finança. Um coisa é privatizar tudo e mais alguma coisa, outra coisa é atacar coisas mais que fundamentais para a população.
Uma hora? Contaram com paragens para recolher outras pessoas? Horários de transporte? Percursos que vão literalmente à volta antes de chegar ao estabelecimento de saúde?
Até quando vamos aguentar, o esbanjar de dinheiros que são nossos ?
As afirmações do senhor ministro da saúde, Paulo Macedo, não estão perto do ridículo, mas para lá da fronteira da estupidez.
O ministro Paulo Macedo admitiu que "pode não haver o mesmo número de transplantes", explicando que é preciso perceber se o país "pode sustentar o actual número de transplantes".
Que se levante quem apoia as afirmações do senhor ministro. Pelo menos já dois tiveram a capacidade de dar um murro na mesa.
Como ter 425 euros é deveras muito dinheiro, vamos ter que cortar nos abusos em vez de fiscalizar os interesses instalados. Mas não será em todo o lado, existem transportes vitais em que não se mexe .
Encerra-se o SAP e não se fala mais nisso. O problema é obviamente da população. Afinal, quem os manda ficarem doentes, terem acidentes e precisarem de urgências.
A oposição acusou o Governo de estar a promover "cortes cegos" no Serviço Nacional de Saúde (SNS). Que exagero... que exagero.
A senhora Ministra mandou acabar com agua engarrafada e aquelas máquinas de agua que existem nos hospitais. Eu chamar-lhe-ia cortes secos.
Está bem devemos protestar, acho bem. Agora, vamos com calma em relação a colocar bandeiras espanholas nas janelas. O SAP é importante, mas não para tanto desespero.