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Apartir de hoje, todo o montante que seja auferido como salário no decorrer deste ano, será efetivamente (até alguém decidir o contrário...) para o trabalhador!
É caso para dizer: "Até que enfim!!!"
O 2711 inova e faz a simulação de qual vai ser o seu novo salário, sem ser necessário introduzir qualquer dado:
- Novo salário: Já fui lixado.
Se a proposta do Governo for viabilizada, em 2013, os trabalhadores do sector privado receberão metade dos subsídios de férias e de Natal repartidos pelos 12 meses do ano. A outra metade será paga nas datas e nos termos previstos atualmente no Código do Trabalho. A proposta prevê que 50% do subsídio de Natal seja pago até 15 de Dezembro e os restantes 50% repartidos em duodécimos. No caso do subsídio de férias, uma parte será paga antes do período de férias e a outra metade repartida pelos 12 meses do ano. Alegadamente, diz o governo, trata-se de uma forma de minorar os efeitos do aumento dos impostos. Por outro lado, digo eu, trata-se de uma forma de forma de tentar tapar o sol com uma peneira. nada mais que uma tentativa de amenizar as coisas de forma a que o cidadão proteste menos.
O défice do Estado diminuiu 31 por cento. Não me parece que a coisa tenha sido feita pela despesa... bem vistas as coisas até foi. A despesa no pagamento de salários foi menor.
Gostei de saber que Cavaco Silva suspendeu o salário de Presidente Republica. O actual PR fica apenas com as suas duas pensões que perfazem um total de uns míseros 10042 euros. Gostaria de lembrar que este regime, que obriga esta escolha, entrou em vigor no dia 1 de Janeiro. Gostaria de lembrar quem sem este regime sua excelência ganhava 17457 euros e com tudo pago.
Ficamos então esclarecidos sobre os sacrifícios que se fazem em nome do país.
Coitado de Alberto João Jardim que recebe salário completo como Presidente do governo regional da Madeira e reforma completa, algo que não é permitido no continente. Agora a lei vai obrigar Jardim a optar só pelo salário ou só pela reforma. Alberto João tem toda a razão de chamar ladrão ao Estado. Sim, é que os 4124 euros de reforma mais o salário nem dá para uma sopa média.
Governo avisa função pública que este ano não haverá aumento real dos salários. (Publico)