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A estupidificação da sociedade

por Zélia Parreira, em 26.05.13

Dezenas de comentadores políticos, conhecedores de tudo o que há para saber e dizer sobre a actualidade. Ministros, secretários de estado e deputados. Políticas educativas, culturais e de desenvolvimento económico. Investigadores, cientistas, licenciados, pós-graduados, mestres, doutores e pós-doutorados. De que serve tudo isto, se ao domingo à noite as televisões dedicam várias horas de emissão a uma dúzia de malucos presos por vontade própria numa casa onde nem podem tomar banho de água fria enquanto outra dúzia de malucos debatem a angústia de mergulhar numa piscina de água quente?

 

 

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O melhor da SIC

por João António, em 17.12.11

Se existe programa televisivo nacional que tento não perder ao fim de semana é o ALTA DEFINIÇÃO com o Daniel oliveira.

Excelente apresentador, que coloca alguns ídolos no nosso nível .

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VACUIDADE DOS PROGRAMAS PS/PSD

por joshua, em 21.08.09

A tónica colocada nos programas dos dois partidos gémeos visa fugir do problema dos caracteres em causa. MFL também mente? Mente. Também falha? Falha. Simplesmente, em matéria de escala, Sócrates rebentou com todos os limites nesses dois parâmetros, para não ir mais longe. Destruíu as componentes magnânimas do alto servidor de Estado, privilegiando as dimensões mesquinho-corporativas. Foi assim que Vilar de Maçada viu fugir-lhe um filho que haveria de fustigar Portugal com grandes desparasitagens sócio-profissionais. Mas só para reparasitá-lo melhor com os parasitas certos. Do seu PS. Nada mais salazarento ou estalinesco.

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Programas

por x, em 21.08.09

MFL afirma não divulgar o programa eleitoral para que o PS não copie. Não precisa de tantos cuidados, os programas saem iguais sem necessidade de copianço.

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MEDITAÇÃO PROGRAMÁTICA

por joshua, em 05.08.09

«Na maioria dos casos, o patronato português julga que só pode haver empresas estáveis e produtivas com trabalhadores instáveis, amedrontados e permanentemente ameaçados pelo desemprego. Esse modelo de relação laboral funcionou relativamente bem no início do século passado até ao 25 de Abril de 1974, é o modelo que fez o crescimento dos nossos sectores tradicionais da actividade económica, o têxtil e o calçado, mas é um modelo completamente esgotado.» CN, Escrita em Dia

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