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A pergunta que se impõe fazer

por Daniel João Santos, em 25.06.13

Depois de semanas de greve parece que os sindicatos de professores e ministério chegaram a um acordo. Depois disto tudo será necessário não perguntar quem ganhou, mas quem perdeu?

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Falta de visão

por Daniel João Santos, em 16.06.13

O mais incrível nesta historia da greve dos professores aos exames, a decorrer amanhã dia 17, é a falta de estratégia do atual executivo que legisla de olhos fechados sem perceber o que faz e principalmente quando faz.

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A pergunta que se impõe fazer

por Daniel João Santos, em 01.09.11

Não acham que 35 mil professores sem colocação é bom numero?

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É natural

por Daniel João Santos, em 02.08.11

É inevitável, sempre foi assim, é natural a não colocação de muitos professores. Natural é mudarmos de ministro e o discurso ser sempre o mesmo.

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Este país fascina-me

por Daniel João Santos, em 01.11.10

Não só os portugueses têm de pagar mais e receber menos, alguns ainda têm de devolver dinheiro. Este país é fascinante.

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Uma questão de posições

por Daniel João Santos, em 09.01.10

"O país está à frente dos interesses dos professores", Isabel Alçada, Ministra da educação.

 

Sim, até que está. Da mesma forma que está à frente dos interesses de todos os outros sectores,  mas entre "à frente" e "em cima", vai uma grande diferença.

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Mais um pouco de lima

por Daniel João Santos, em 29.12.09

Para o Sindicato Independente de Professores e Educadores (SIPE) a coisa precisa de mais umas limadelas, vamos ver é se no final ainda sobram unhas.

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PARA COINCINERAR A PROPOSTA

por joshua, em 28.12.09

A proposta do novo ME é mais do mesmo. Em alguns dos sindicatos hesitantes ou pemissivos quanto a acordos com o Governo, em troca dos pratos de lentilhas habituais, não se pode confiar nem às claras nem às cegas, depois de certos tiros nos pés nos últimos dois anos. Com os movimentos de professores, MUP e PROmova, somos contra a manutenção de qualquer sistema de quotas ou contingentação administrativa (convém ter presente que todos os partidos da oposição estão contra a aplicação das quotas ao sistema de ensino, pelo que ninguém compreenderia que este aspecto viesse a ser aceite); penalizações introduzidas pela nova estrutura da carreira, tendo sempre por referência a situação verificada antes do concurso para professor titular e uma vez contabilizado o tempo decorrido desde aí; contra qualquer possibilidade de se implementarem nas escolas processos e práticas de avaliação entre pares que remetam para o anterior modelo de avaliação, nomeadamente, burocratização, ocupação excessiva ou valorização de tudo o que fuja ao controlo do professor e não esteja ligado à tarefa de ensinar (sem ditaduras pedagógicas) e, sobretudo, processos avaliativos subjectivizados, envolvidos em secretismo ou que escapem ao controlo e à iniciativa do grupo disciplinar e do departamento respectivo.

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Apesar de tudo...

por Daniel João Santos, em 30.05.09

Independentemente dos números, 75 mil para os sindicatos e 50 a 55 mil para a PSP, interessa que o movimento de professores continua.

 

Concordando-se ou não com razões do protesto, concordando-se ou não com as razões do Ministério da educação, concordando-se ou não com os exageros do senhor Mário Nogueira, esta luta é pelo menos admirável.

 

Menos admirável foi o aparecimento de figuras em campanha, que por ali passaram para a televisão, para a rádio e para o jornal.

 

Contínuo com todas as forças, já escrevi ontem e comentei em vários lados, a ter esperanças que ainda alguém fale da Europa.

 

Senhora Ilda Figueiredo e Miguel Portas, Atenção!

Falar dos salários dos eurodeputados não será fundamental para o nosso futuro.

 

Regresso ao protesto…

 

Apesar de tudo, deste esmagamento de ideias por um bloco central de interesse, existe ainda em Portugal a capacidade do protesto.

 

E muito bem!

 

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