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Por cada dia útil, cada alemão trabalha em média menos de cinco horas e meia, enquanto um português trabalha 7 horas e 20 minutos por dia e um grego oito horas. Mas, por cada hora trabalhada os alemães produzem mais 30%, diz o presidente da Associação Industrial do Minho.
Os portugueses não são preguiçosos, nem piegas, são até muito esforçados, e possuem grande vontade de agradar. Aos de fora. Em relação aos seus compatriotas, mostram pouca solidariedade. Além disso, ocupam grande parte do seu tempo com coisas evitáveis. Esse é, no fundo, o grande problema do nosso país: produtividade baixa devido à concentração de forças nas coisas erradas. Sinto-o na pele, num assunto que se arrasta há mais de um ano, consumindo esforços e dinheiro desnecessários, mas do qual ainda não quero falar. Quando a saga chegar ao fim, conto-a.
Contribuintes pedem faturas em nome de Passos Coelho e Vítor Gaspar
E, pelos vistos, já milhares de faturas deram entrada no sistema nas finanças com o número de identificação fiscal de Pedro Passos Coelho, num total de milhões de euros em despesas, entre restaurantes, oficinas, cabeleireiros...
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Gosto desta forma de revolta!
Seguro foi o primeiro a falar e ameaçou. Se poucos o levaram a sério, agora bem pode meter a viola no saco.
O PCP e o BE avançam com moções de censura ao governo. E então? Como vai reagir o PS?
Não deixa de ser curioso que António José Seguro não consiga marcar a agenda política quando tem pela frente um governo moribundo assente numa coligação esfrangalhada. Quando é que o PS acorda?
O presidente do grupo Kyaia, Fortunato Frederico, afirmou este sábado que ficou “ofendido” com as afirmações de António Borges, que acusou os empresários que criticaram a redução da TSU, de serem “ignorantes”, acrescentando que, “às vezes, dá vontade de desistir”.
“Tenho que dar uma resposta a esse cavalheiro: serei ignorante de políticas e teorias económicas experimentalistas, mas não sou um ignorante nas relações humanas nem na defesa dos valores humanos”, declarou.
Estou em crer que isto já só vai com um par de sapatos pelo trombil abaixo.
Depois do recuo da TSU não pensem que o governo mudou de ideologia. Por isso, não de deixem adormecer.
Também nos EUA, Samuel L. Jackson lança grito de alerta aos eleitores de Obama: "Acordem!"
Amanhã não se deixem ficar em casa!
Retirado do Negócios: "Os salários até 700 euros não deverão ser atingidos pelo aumento da Taxa Social Única. Além disso, o aumento de sete pontos percentuais deverá ser progressivo, segundo o "Correio da Manhã".
As contas do CM mostram que cerca 800 mil trabalhadores, do sector público e privado, devem escapar aos aumentos da TSU."
Bem, agora que é só para os outros vamos todos desmobilizar. Mas, se 800 mil não são afectados e os restantes são-no de uma forma progressiva e o desconto ao patronato é para todos... quem paga a diferença? Para além dos trabalhadores, o Estado será contribuinte para esta medida de favorecimento do patronato. Isso não agrava o défice?
Não se preocupem, para o ano pagam a partir dos 500€.
PSD vai reunir órgãos dirigentes para responder a Portas.
Acho bem, o prioritário primeiro... depois logo se vê o que andaram para aí a gritar meia dúzia de descamisados pelas avenidas deste país!