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Poderemos nós comparar os feitos do alpinista João Garcia, com o feito conseguido ontem pelo Futebol Clube do Porto? Não, não podemos. João Garcia nunca subiu ao cume de uma montanha tão inclinada, como aquela que os jogadores do Porto encontraram ontem em Lisboa. Ladrão Gomes, tudo tentou: Penaltis, agressões, subtracção de jogadores ao adversário, etc, tudo valia, para o lampião não ter que saudar o novo campeão. A moralidade do lampião é alicerçada em berlindes, bolas de golfe, pedras da calçada, isqueiros, telemóveis, etc. A moralidade do lampião é ao fim e ao cabo semelhante à moralidade do ladrão que ontem vagueou pela Luz. É a moralidade "Calabotiana" do clube do regime.
Agarrados ao youtube, os adeptos do clube do regime, lá irão procurar atacar o notório mérito dos dragões. Agarrados a um passado sujo, fraudulento e ditatorial, recordam os tempos em que era tão bom vencer campeonatos sem oposição. União Nacional e S.L. Benfica, saudosos tempos, para, entre outros, o imbecil que teve o desplante de provocar um apagão. Mau perder, num dia em que tão bem perderam. Percebe-se contudo a deselegância vinda de quem nos últimos 20 anos venceu apenas dois campeonatos de forma fraudulenta, recorrendo a túneis, jogos no Algarve e a actuações de juristas circenses, verdadeiros palhaços.
O Porto de Villas Boas, esse, é elegante e mandão. Fora ou em casa, tanto faz. Os adversários desejam apenas que o tempo passe, que o massacre termine. A elegância da equipa apenas é suplantada pela classe de quem a orienta. Villas Boas representa a cultura portista: Humildade, trabalho e classe. Outros cultivam a fanfarronice e a nota artística. Pobres coitados. Pobres diabos. Imaginavam lá eles, que ontem o Dragão em plena Luz iria provocar histórico apagão.