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Os nossos políticos

por João António, em 01.12.13

Se os nossos políticos tivessem interesse no seu povo, mudavam de atitudes . Os da negação e os da aceitação deixavam os seus interesses cooperativos  e simplesmente uniam-se em prol de um pais com séculos de história !

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Mensagens secretas

por Ana Lima, em 02.11.12

Esta nunca chegou ao destino e, 68 anos depois, não vai ser fácil descodificá-la. Por cá há cartas que chegam ao destino mas a descodificação da mensagem também não parece estar para breve... 

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E o Terreiro do Paço ali, vazio.

por Renato Seara, em 15.09.12

A máscara do Pedro e do Vitor caiu durante a semana. São "terroristas" sociais, sempre o foram, sempre o serão. Nunca o esconderam aliás. Já a máscara do Paulinho tem tardado em cair, mas, em breve também cairá.

 

O Paulinho é como uma bicha solitária sempre à espreita de um bom intestino onde possa parasitar. Entendeu por vaidade pessoal aliar-se a dois terroristas sociais que partilhando do terrorismo social "Borgista", decidiram utilizar a nossa débil economia para experimencialismos "Mengeleanos" nunca antes testados em qualquer parte do planeta. É Portugal na vanguarda da indecência e da imoralidade. 

 

O Paulinho não gosta de impostos. Ou melhor não gostava. Abastecia em Espanha, quando os combustíveis eram caros por cá. Agora são baratos para o Paulinho até porque somos nós quem lhe pagamos o bom gosto (invejo-o) pelas viagens. Ontem o Paulinho aparecia em tudo quanto era feira a "defender" os portugueses. Hoje faz diplomacia económica! Os resultados estão aí: Uma vaga de emigrantes que partem revoltados contra a pátria que o Paulinho agora se esquece de defender. 

 

Não serei completamente injusto com o Paulinho, porque ele tem cortado bem nas gorduras de que não se cansava de fazer referência até há um ano e três meses atrás. Um povo a pão e água, haverá melhor maneira de controlar a obesidade? 

 

Ao Paulinho resta uma saída airosa. Acabar com a coligação que desprovida de qualquer racionalidade, entende o português como uma praga que tem de ser exterminada a não ser que aceitem voltar a viver dentro das possibilidades decretadas pelo Estado Novo. 

 

No entanto ainda que o Paulinho tenha essa réstia de dignidade, deve obrigatoriamente, de uma vez por todas, ser "cagado" da politica nacional. O país não necessita de "bichas solitárias", precisa sim de Estadistas, algo que o Paulinho nunca será. 

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Velocidades ...

por João António, em 12.07.12

De tempos a tempos a classe politica tem minutos de lucidez .

"O PCP questionou, por escrito, a ministra da Justiça sobre os casos de inspetores da PJ que estão a ser multados por excesso de velocidade quando vão em serviço em perseguição de suspeitos."

 

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Isto sim é a opinião dos povos

por João António, em 19.12.11

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Liberalismo "Made in Portugal".

por Renato Seara, em 23.07.11
António Nogueira Leite, debita, em blogues, jornais e demais imprensa, um sem número de alarvidades, tendo como alvo o Estado. Certamente que António Nogueira Leite, um acérrimo defensor do mercado concorrencial, faz parte dos quadros de um grupo, que prime pela defesa desse mesmo mercado. A Brisa (concessionária), um dos principais activos do Grupo Mello, grupo onde António Nogueira Leite é um dos principais quadros, é um bom exemplo de uma empresa inserida num mercado extremamente competitivo, certo?  Assim de cabeça, penso que existem umas quatro ou cinco concessionárias, a concorrer com a Brisa, mas de momento, não me estou a lembrar de nenhum outro nome para além da Ascendi (Grupo Mota-Engil). Vá ajudem-me lá. 


Eu até gosto dos defensores de pensamentos liberais, em particular, dos que defendem o liberalismo "made in Portugal"Gosto, porque sei que jamais, um deles, trocaria o lugar de administrador de um grupo que prima pelos monopólios, para se tornar Vice Presidente da Caixa Geral de Depósitos, o maquiavélico banco Estatal. 

Razão e liberalismo são pois, conceitos que andam sempre de mãos dadas. Quando do alto da sua inquestionável genialidade, os defensores do liberalismo, afirmam convictamente que as dividas soberanas são um problema exclusivo de Estados, regidos por ideais de cariz social democrata, como os EUA, a Irlanda e a Itália,  nós apenas podemos concordar. Malvados sejam aqueles que pensam que um Estado tem a obrigação de cuidar dos seus, permitindo que todos tenham acesso às mesmas oportunidades e a bons cuidados de saúde. O liberalismo é a salvação. Amén.

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25º à sombra.

por Renato Seara, em 16.07.11

Depois das viagens em económicas, já só nos faltava o ministério sem gravatas. Bem, a culpa não é da Assunção. Poderiam ter optado por gente com formação e experiência na área do ordenamento territorial ou com experiência na área da agricultura, mas, optaram por alguém que toda a sua vida esteve ligada à área do Direito. Claro que não se pode estranhar depois que a primeira "grande medida" anunciada pela Assunção seja uma alteração em dois graus da temperatura dos aparelhos de ar condicionado do seu ministério. Poderia ter anunciado a criação de um banco de terras, a intenção de batalhar por um aumento das nossas quotas de produção agrícola, mas enfim. 


Esta história das gravatas, é uma espécie de imagem de marca do novo Governo, vindo no seguimento de outras como: as viagens em económica; a suspensão do encerramento das escolas (que afinal parece que vão mesmo encerrar); do Álvaro; da propalada redução de gastos do executivo (embora a orgânica se tenha mantido praticamente inalterada) etc, etc. Um enorme show-off, para demonstrar poupanças residuais. 


Este esforço de passar, por um lado a imagem de que "o exemplo vem de cima", por outro, de que os cortes abrangem tudo e todos, não encontra depois paralelo nas acções, digamos "mais a sério", do Governo. Por exemplo:

  • Poderiam ter anunciado cortes nas reformas dos barões da nossa democracia, mas, ao invés optaram por criar um imposto adicional que retirará ainda maior poder de compra aos quinhentos euristas. 
  • Poderiam aproveitar para subir o IRC pago pela banca para os valores das demais empresas, mas ao invés, preferem isentar estes do pagamento do imposto extra; 
  • Poderiam ter batalhado pelo fim das Golden Share, mas pelo contrário, aceleraram o processo que facilitará a venda das nossas principais empresas a capital estrangeiro, a preço de saldo!
  • Não sei se repararam, mas esta gente prepara-se para vender a empresa Águas de Portugal! Não estamos a falar de energia, de telecomunicações ou de empresas de transportes, estamos a falar de um bem essencial à vida! 
  • etc, etc, etc,.

Enfim, triste país, que continua sem rumo.

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O Afilhado e o Fugitivo...

por Renato Seara, em 10.06.11
Um novo ciclo político foi iniciado no passado Domingo em Portugal. Uma grande fatia dos eleitores optou por Passos Coelho. Eu optei por Paulo Portas. Confesso, que tal deveu-se à capacidade argumentativa de um recém militante da JP, o qual me conseguiu comprar o voto, em troca de duas formidáveis esferográficas. Bons argumentos portanto...

Irrita-me profundamente, o pós-eleições. No pós-eleições, os incompetentes são envolvidos num enorme estado de graça. Os elogios sucedem-se, como se a vitória numas eleições contra um defunto demissionário,  pudesse apagar, um curso de economia feito até aos 37 anos num centro de novas oportunidades (Univ. Lusíada) e uma vida profissional que se resume a cargos nas empresas do padrinho Correia. Passos Coelho, valia zero como profissional antes das eleições e continua a valer zero depois das mesmas, por mais "make ups" que lhe façam.

Sócrates esse, desapareceu. A desresponsabilização dos outrora responsáveis políticos é uma das graves maleitas deste país. Sócrates e toda a sua equipa, deveriam agora, prestar contas, em praça pública e posteriormente na Justiça, acerca do que andaram durante anos a encapotar. Mas bem, isso já sou eu a sonhar. Até porque depois das Presidenciais, alguém mais, quis saber das fugas aos impostos do nosso Presidente? Da Coelha? Pois, agora só do Coelho.

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Envergonhado.

por Renato Seara, em 16.03.11

Ana Lourenço é "fofinha". Sócrates esperto. A escolha da jornalista para conduzir a entrevista de ontem, foi tudo menos inocente. Ana Lourenço não esteve, nem bem, nem mal, limitou-se a ser a Ana Lourenço que todos conhecemos. "Fofinha", simpática para com o entrevistado e que em momento algum coloca perguntas incómodas, tal como Sócrates aprecia. Ali o outrora feroz animal politico, pôde explanar todos os seus pontos de vista sem o incómodo das interrupções. Foi meigo e simpático, tal como Ana Lourenço aprecia.

 

 

 

Em termos de conteúdos, nada de novo foi dito. O país está dependente das opiniões e decisões de Angela Merkel, sendo os actuais ministros fantoches devidamente manietados. O interesse nacional, confunde-se com o interesse alemão. Os mesmos que nos pagaram para encerrarmos indústrias e mantermos campos agrícolas no pousio, exigem agora produtividade a um país que deixou de compreender o exacto significado da palavra. 

  

Sócrates, visto como um diabo pelos seus compatriotas, é neste momento, por ironia do destino, imprescindível (como aliás já o havia referido). Por muito que Coelho tente assaltar o poder, a verdade é que os seus impulsos são contidos pela favorável opinião do Partido Popular Europeu às medidas contidas no PEC IV. Coelho, está pois, de mãos e pés atados e lá terá que engolir mais um sapo. 

  

Cavaco esse, opta pelos habituais disparates. Invocar a coragem dos jovens mobilizados para o ultramar e comparar estes com a geração à rasca, deixa-me novamente envergonhado por ter esta personagem como chefe de Estado. Tendo em conta o que transpareceu ontem na entrevista, isto é, se já temos Merkel como nossa PM, porque não podemos ter Christian Wulff a Presidente da República?

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Miopia politica

por João António, em 21.01.11

Parece que a maioria da população deveria passar pelo oftalmologista, claro que os meninos do costume têm uma boa visão.

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