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Se os nossos políticos tivessem interesse no seu povo, mudavam de atitudes . Os da negação e os da aceitação deixavam os seus interesses cooperativos e simplesmente uniam-se em prol de um pais com séculos de história !
Esta nunca chegou ao destino e, 68 anos depois, não vai ser fácil descodificá-la. Por cá há cartas que chegam ao destino mas a descodificação da mensagem também não parece estar para breve...
A máscara do Pedro e do Vitor caiu durante a semana. São "terroristas" sociais, sempre o foram, sempre o serão. Nunca o esconderam aliás. Já a máscara do Paulinho tem tardado em cair, mas, em breve também cairá.
O Paulinho é como uma bicha solitária sempre à espreita de um bom intestino onde possa parasitar. Entendeu por vaidade pessoal aliar-se a dois terroristas sociais que partilhando do terrorismo social "Borgista", decidiram utilizar a nossa débil economia para experimencialismos "Mengeleanos" nunca antes testados em qualquer parte do planeta. É Portugal na vanguarda da indecência e da imoralidade.
O Paulinho não gosta de impostos. Ou melhor não gostava. Abastecia em Espanha, quando os combustíveis eram caros por cá. Agora são baratos para o Paulinho até porque somos nós quem lhe pagamos o bom gosto (invejo-o) pelas viagens. Ontem o Paulinho aparecia em tudo quanto era feira a "defender" os portugueses. Hoje faz diplomacia económica! Os resultados estão aí: Uma vaga de emigrantes que partem revoltados contra a pátria que o Paulinho agora se esquece de defender.
Não serei completamente injusto com o Paulinho, porque ele tem cortado bem nas gorduras de que não se cansava de fazer referência até há um ano e três meses atrás. Um povo a pão e água, haverá melhor maneira de controlar a obesidade?
Ao Paulinho resta uma saída airosa. Acabar com a coligação que desprovida de qualquer racionalidade, entende o português como uma praga que tem de ser exterminada a não ser que aceitem voltar a viver dentro das possibilidades decretadas pelo Estado Novo.
No entanto ainda que o Paulinho tenha essa réstia de dignidade, deve obrigatoriamente, de uma vez por todas, ser "cagado" da politica nacional. O país não necessita de "bichas solitárias", precisa sim de Estadistas, algo que o Paulinho nunca será.
De tempos a tempos a classe politica tem minutos de lucidez .
Depois das viagens em económicas, já só nos faltava o ministério sem gravatas. Bem, a culpa não é da Assunção. Poderiam ter optado por gente com formação e experiência na área do ordenamento territorial ou com experiência na área da agricultura, mas, optaram por alguém que toda a sua vida esteve ligada à área do Direito. Claro que não se pode estranhar depois que a primeira "grande medida" anunciada pela Assunção seja uma alteração em dois graus da temperatura dos aparelhos de ar condicionado do seu ministério. Poderia ter anunciado a criação de um banco de terras, a intenção de batalhar por um aumento das nossas quotas de produção agrícola, mas enfim.
Esta história das gravatas, é uma espécie de imagem de marca do novo Governo, vindo no seguimento de outras como: as viagens em económica; a suspensão do encerramento das escolas (que afinal parece que vão mesmo encerrar); do Álvaro; da propalada redução de gastos do executivo (embora a orgânica se tenha mantido praticamente inalterada) etc, etc. Um enorme show-off, para demonstrar poupanças residuais.
Este esforço de passar, por um lado a imagem de que "o exemplo vem de cima", por outro, de que os cortes abrangem tudo e todos, não encontra depois paralelo nas acções, digamos "mais a sério", do Governo. Por exemplo:
Enfim, triste país, que continua sem rumo.
Ana Lourenço é "fofinha". Sócrates esperto. A escolha da jornalista para conduzir a entrevista de ontem, foi tudo menos inocente. Ana Lourenço não esteve, nem bem, nem mal, limitou-se a ser a Ana Lourenço que todos conhecemos. "Fofinha", simpática para com o entrevistado e que em momento algum coloca perguntas incómodas, tal como Sócrates aprecia. Ali o outrora feroz animal politico, pôde explanar todos os seus pontos de vista sem o incómodo das interrupções. Foi meigo e simpático, tal como Ana Lourenço aprecia.
Em termos de conteúdos, nada de novo foi dito. O país está dependente das opiniões e decisões de Angela Merkel, sendo os actuais ministros fantoches devidamente manietados. O interesse nacional, confunde-se com o interesse alemão. Os mesmos que nos pagaram para encerrarmos indústrias e mantermos campos agrícolas no pousio, exigem agora produtividade a um país que deixou de compreender o exacto significado da palavra.
Sócrates, visto como um diabo pelos seus compatriotas, é neste momento, por ironia do destino, imprescindível (como aliás já o havia referido). Por muito que Coelho tente assaltar o poder, a verdade é que os seus impulsos são contidos pela favorável opinião do Partido Popular Europeu às medidas contidas no PEC IV. Coelho, está pois, de mãos e pés atados e lá terá que engolir mais um sapo.
Cavaco esse, opta pelos habituais disparates. Invocar a coragem dos jovens mobilizados para o ultramar e comparar estes com a geração à rasca, deixa-me novamente envergonhado por ter esta personagem como chefe de Estado. Tendo em conta o que transpareceu ontem na entrevista, isto é, se já temos Merkel como nossa PM, porque não podemos ter Christian Wulff a Presidente da República?
Parece que a maioria da população deveria passar pelo oftalmologista, claro que os meninos do costume têm uma boa visão.