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"Nunca a corrupção foi tão detectada e investigada como agora." - Pinto Monteiro, Procurador-Geral da República.
E nunca existiu tanta impunidade como agora.
"“E aí o poder político decidirá que espécie de Ministério Público quer ter.” - Pinto Monteiro, Procurador-geral da Republica, sobre as propostas para alteração do estatuto do MP.
(Sugiro um Ministério Publico independente no poder politico. Já sei, estou a pedir demais)
O facto de estar quase todo o País em férias deverá fazer descansar a atenção aos sérios problemas do Regime e da sua economia terminal? E se, de repente, nos acontecer um Agosto criminalmente quente, como o de 2007, continuará o plácido Povo impávido e sereno? Será que por um português ser beirão, transmontano ou algarvio, já não está abrangido pelo sentido da decência, demitindo-se quando ficam demonstradas jogadas viciadoras de um processo ou o atrito nele inoculado? Então por que permanece Pinto Monteiro no seu posto tendo em conta a sua subalternidade total relativamente a nada mais que um homem, o Primadonna "Deus Nosso Senhor"?
- Leste a entrevista do Procurador Pinto Monteiro?
- Sim, a monarquia está em grande.
- O que é que a monarquia tem a ver com isto?
- Então, depois de um nobre candidato a presidente, agora temos um procurador que tem poderes de uma rainha.
Sim, nada mais giro de que abrir um processo a um processo. Para alguns, gente no comando da justiça, dois carimbos "Arquivo" é melhor que só um.
Contrariamente ao que é normal que aconteça nos naufrágios, este barco em que estamos mete agua por cima.
O procurador-geral da República (PGR), Pinto Monteiro, garantiu que a questão da destruição das escutas telefónicas do processo Face Oculta que captam conversas do primeiro-ministro será resolvida "em breve".
Já mandou comprar o forno e a lenha.
Pinto Monteiro, Procurador-geral da República, garante que tem “tantas condições para continuar no cargo” como tinha como tomou posse.
Já me tinha esquecido como alguns se têm em tão grande conta.
Reabrir um processo onde não se passa nada de "anormal", diga-se que é normal.
Há muito, muito tempo, Mário Soares inventou o direito à indignação, coitado. Era um direito selectivo e ainda é. Não abrange as porcarias do seu partido, da maçonaria, dos estelionatários do Regime. Só as outras. Hoje urge o direito à resistência. Resistir a quem? A Pinto Monteiro. A Vitor Constâncio. A Sócrates. Ao PS e ao PSD. Resistir como? Escrevendo. Exigindo. Babando e chorando, de modo incansável. Não podemos confiar Portugal a quem o serve mal e sobretudo porcamente. Não podemos confiar Portugal a quem o tem castrado e amarrado e silenciado, anaconda em abraço mortífero progressivo. Quem se resignar com isto não é Português nem ama Portugal. Bem vistas as coisas, o Regime está em estado terminal. Só um referendo ao Regime, inquirindo da restauração da Monarquia, clarificará os sentimentos e as inquietações dos portugueses perante o lodo escorrente. A tal iniciativa, a covardia dos interesses instalados objecta o que pode e obsta o quanto pode: «Há demasiada gente que, para salvar e ampliar a sua fortuna, para fugir a um embaraço, a um apuro, ou até por simples baixeza, adoração instintiva da força, venderia Portugal e o género humano, se é que os não venderam já.»