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Encanar a perna à rã

por Eduardo Louro, em 10.11.15

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Chama-se a isto encanar a perna á rã. Não bastou que, na hora de marcar a data das eleições, não se tivesse preocupado minimamente com o orçamento, mas apenas com os seus interesses eleitorais. Ou os dos seus... Não bastou que no o actual quadro político tenha já queimado um mês. É ainda preciso ouvir sabe-se lá quem e sabe-se lá para quê...

O actual Presidente da República é muito selectivo na urgência e na necesssidade do Orçamento. Agora não tem pressa nenhuma, nem que de Bruxelas clamem por um papelito que seja, mas nem sempre foi assim. Houve tempos de muita pressa, em que não se podia perder tempo com minudências. Prescindiu sempre de exercer o dever de fiscalizar as sucessivas inconstitucionalidades nos sucessivos orçamentos de Passos e Portas, para não perder tempo. Para que o país não corresse nunca o risco de ficar sem orçamento... 

 

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Orçamento de Estado 2014

por Daniel João Santos, em 15.10.13

A paisagem é bonita: link para as medidas mais interessantes.

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Por falar em falta de escrúpulos...

por Eduardo Louro, em 14.10.13

 

Paulo Portas regressou ontem à noite a palco para mais umas patifarias, ladeado - não se sabe se para compor o ramalhete, se como troféus - pelo secretário de estado Carlos Moedas e pela ministra das finanças, já incapaz de esconder o incómodo pelo papel.

Para falar do corte nas pensões de sobrevivência falou da falta de escrúpulos dos outros, e dos seus queridos idosos. Que gente sem escrúpulos alarmou e aterrorizou - salientou!

Lata e falta de vergonha são atributos que, como bem sabemos, lhe não faltam. Nem, nele, conhecem limites… Então quem é que tinha dado vida às pensões de sobrevivência, uma semana antes? Quem é que passou toda a semana a alimentar fugas cirúrgicas de informação?

Para ser minimamente decente Paulo Portas diria quem é que teve a ideia de criar e quantificar este corte sem que fizesse a mínima ideia de como lá chegar. Porque deixou bem claro que, primeiro, mandaram a medida cá para fora, e só depois foram à procura da maneira de a operacionalizar. Explicaria por que razão é que, apenas a dois dias da data de entrega do orçamento, e depois de mais de 10 horas de reunião do governo, vem esclarecer isto. E apenas isto, que apenas representa 2% do total de cortes. Ou diria mesmo que já lhe tinham faltado escrúpulos e seriedade quando, dez dias antes, com a mesma senhora ao lado, anunciara ao país que não vinha aí mais austeridade…

 

PS: Peço desculpa pelo lapso: o segundo acompanhante era o ministro Mota Soares, e não o Secretário de Estado Carlos Moedas.

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Perdão?

por Daniel João Santos, em 08.04.13

Detesto o jornalismo do espalhafato. Infelizmente, eu que sou adepto da RTP, só posso criticar a gritaria de José Rodrigues dos Santos a anunciar que as tranches de ajuda financeira para Portugal estão congeladas. Não sei se estão ou não congeladas, mas a próxima só será em Maio, dai  ter ficado sem perceber nada.

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A conta é para os de sempre

por Daniel João Santos, em 07.04.13

O discurso de Passos Coelho, hoje à tarde, ao país foi uma forma de chatear a dobrar os portugueses. Não bastava ser Domingo ao final da tarde e ainda por cima ficamos a saber, se é que não sabíamos, que seja qual for o caminho que este governo tomar : vamos ser nós a pagar.

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Calma, nós pagamos

por Daniel João Santos, em 05.04.13

Primeiro: a culpa por esta confusão agora criada com o chumbo de parte do Orçamento de Estado é do senhor Presidente da República. Cavaco Silva deveria ter pedido a fiscalização preventiva do OE. Agora, três meses depois, este chumbo coloca o país numa situação complicada. Uma certeza podemos ter desde já: seremos nós, mais uma vez, a pagar.

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A pergunta que se impõe fazer

por Daniel João Santos, em 04.03.13

O atual Orçamento de Estado está assente em pressupostos errados. Vítor Gaspar acreditava e se calhar ainda acredita, que mais impostos originam mais receita. A teoria fica lixada quando o consumo diminui e o desemprego aumenta. Menos consumo dá menos impostos. Mais desemprego dá menos gente a descontar e mais gente a receber subsidio de desemprego. É assim tão difícil perceber isto?

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Quanto é?

por Daniel João Santos, em 02.01.13

Em breve, após a decisão do Tribunal Constitucional, vamos fica a saber quanto vai custar mais esta estupidez a que o governo chamou de Orçamento de Estado.

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Superior interesse nacional

por Daniel João Santos, em 17.12.12

O superior interesse nacional é acima de tudo algo absolutamente abstrato. O que é para uns, donos de verdades absolutas, não é para outros. O termo "superior interesse nacional", uma expressão muito utilizada por intelectuais armados ao pingarelho e múmias de estimação, tendo já servido de guarda-chuva para muitas coisas. Mais, a dita expressão (superior interesse nacional) era muito utilizada no tempo da outra senhora.

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Já está

por Daniel João Santos, em 27.11.12

E assim, mesmo com a teatral relutância de alguns deputados do PSD, foi aprovado o Orçamento de Estado para 2013. Para já estamos no domínio dos números abstratos para o cidadão comum.  Em janeiro do próximo ano, na altura de receber o salário, é que vai doer e não vai ser pouco.

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