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Não têm faltado reacções à coroação – sim, perdemos um rei precisamos de outro – de Cristiano Ronaldo, ontem em Zurique, como melhor do mundo. Reacções para todos os gostos.

Que puxa pela auto-estima do país, pelo exemplo que deve constituir para os portugueses, pelo exemplo de perseverança, de vontade, de capacidade de trabalho e de profissionalismo. Ou pelo que representa para a imagem do país, contrariando justamente tudo o que de pior, mais nós próprios que mesmo os outros, achamos que o país tem.  

Para exemplo disso, do pior que temos, lá esteve Carlos Queirós na berlinda. Rapidamente se soube que no resultado da votação do seleccionador do Irão, Messi figurava em primeiro lugar, à frente de Ronaldo. E logo toda a gente se atirou a ele, sem dó nem piedade. O país do futebol, que não morre de amores por Queirós, longe disso, não lhe perdoou a traição à pátria. Nas televisões, nas redes sociais, em tudo o que viesse à mão, impiedosamente... Mesmo que se viesse a saber – o que parece que ele teria já explicado – que a votação do seleccionador do Irão não é o voto do seleccionador himself, mas do colectivo da equipa técnica da selecção. E que votara vencido em Cristiano!

Mas também houve quem desvalorizasse o feito de Cristiano Ronaldo, a começar pelos que desvalorizam o próprio futebol, recusando ver nesta actividade, nesta indústria, a excelência que no país não tem paralelo. Ou como Platini que, pelo chauvinismo que toda a gente pode condenar menos a maioria de nós, que lhe não fica atrás, preferia que tivesse sido Ribery a ganhar!

No entanto, se teremos que achar natural que quem não vai à bola com a bola desvalorize a proeza do melhor do mundo; se, porque também nesta matéria somos chauvinistas – não somos é presidentes da UEFA -, ainda teremos que engolir o mau perder de Platini; já teremos muita dificuldade em perceber a capa do Record de hoje, onde a única referência ao melhor do mundo aparece no rodapé. Mas num anúncio da Sport TV!

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O balanço de 2013

por Daniel João Santos, em 31.12.13

 

Eu benfiquista, de nascença. só poderia considerar o facto desportivo do ano a forma como em poucos dias o Benfica perdeu tudo.

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O balanço de 2013

por Daniel João Santos, em 31.12.13


Esta menina só me "bateu" no final de 2013, mas chegou a tempo de a considerar como o melhor som do ano num álbum enorme: Pure Heroine. De seu nome Lorde aqui na musica Buzzcut Season.

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O balanço de 2013

por Daniel João Santos, em 30.12.13

 

O meu livro do ano é Marginal de Crisitina Carvalho.  Surpreendeu-me, manteve-me interessado da primeira à ultima página.

 

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O balanço de 2013

por Daniel João Santos, em 29.12.13

 

A figura Politica de 2013: Paulo Portas

 

Politicamente a figura do ano foi para mim Paulo Portas. O atual vice-primeiro ministro, então ministro dos negócios estrangeiros, criou uma crise com uma demissão irrevogável, criou uma situação de indefinição à qual contribuiu Cavaco Silva, para no final surgir como o salvador que resolveu o problema. O problema é que tal ginástica para subir a "vice" custou milhões ao país.

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O balanço de 2013

por Daniel João Santos, em 28.12.13

Caros autores presentes, caros autores ausentes, caros meia dúzia de leitores, caros leitores que não nos lêm, meus senhores e minhas senhores.

 

O ano de 2013 termina por estas paragens muito mais lento do que começou. Conforme já aqui escrevi, por ocasião do quinto aniversário deste blogue, as coisas andam devagar e só não ficam paradas porque alguns autores ainda tentam "dar de sua graça ao blogue".

Como sabemos perfeitamente de onde viemos e como chegámos aqui, seria então altura de saber para onde ir. Errado! Sim, não interessa nada saber para onde ir. Aqui, 2771, estamos completamente nos lixando para caminhos definidos, ideias feitas, agendas e atitudes politicamente corretas. Se não fosse assim, tudo ao molho e siga, talvez tivéssemos muitos leitores e isto fosse realmente um blogue de massas, mas tenho a certeza que seria um longo bocejo.

 

Já levo muitos anos de blogues. Aqui sentado no 2711 já os vi chegar e já os vi partir, mas não desisto.

 

Deixando de lado a conversa da treta, especialidade minha, avanço para o que realmente interessa: o balanço de 2013.

 

Assim, deixando espaço para outros o fazerem, avanço com as minhas escolhas de 2013 em diferentes áreas: politica, literária, cultural, musical, desportiva, acontecimentos e afins.

 

É já a seguir, que agora vou tomar um copo de Ron Barceló.

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