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Algumas das maiores empresas de vestuário do mundo chegaram a acordo sobre um plano com valor legal para financiar medidas de segurança e anti-incêndio nas fábricas têxteis do Bangladesh.
A Inditext, a H&M e a C&A pediram a outros grandes retalhistas que deixem de trabalhar com quem não siga medidas básicas de segurança, escreve o The New York Times, três semanas após o colapso do edifício Rana Plaza, em Daca, onde morreram mais de 1100 pessoas. (aqui)
Tão queridos, ainda acabam a defender horários condignos e salários acima do limiar da pobreza...
«O Irã lançou nesta segunda-feira com sucesso uma cápsula batizada de 'Pisgham' (pioneira) com um macaco dentro a 120 km de altitude e recuperou a carga sem danos;
"É um grande passo para nossos especialistas e nossos cientistas", comemorou o ministro da Defesa, Ahmad Vahidi, em declarações à televisão estatal.
As imagens difundidas pelos meios de comunicação israelenses mostram um pequeno símio preso a um assento de metal e instalado em um foguete Kavoshgar, em uma plataforma de lançamento.
O Irá já enviou três satélites ao espaço desde 2009, assim como uma "cápsula" com um rato, tartarugas e insetos em fevereiro de 2010.
Uma tentativa anterior de enviar um macaco ao espaço terminou com fracasso em 2011, o que Teerã admitiu, entredentes, sem informar a razão».
Imagens da Al-Alam TV mostram o macaco na cadeira em que viajou na cápsula espacial
Energúmenos!
Christine Lagarde lembrou que os gregos devem empenhar-se em ajudar o país a braços com uma grave crise, pagando os seus impostos.
Pelo caminho cuspiu, com carinho, sobre as crianças gregas, que ao contrário das negras, podem passar fome sem que isso a incomode...
O interessante é que a menina ganha 380 mil euros por ano em salário, livre de impostos. Muito bem pregas Frei Tomás...
Até agora, tinha-se pintado um retrato impreciso da turba envolvida nos saques e desacatos. A generalização apontava para "jovens de classes desfavorecidas residentes em bairros sociais". Alguns seriam "elementos" já conhecidos das autoridades; outros cidadãos marginalizados, arrastados pela corrente: "Pessoas habitualmente discriminadas e que de repente se vêem poderosas", explicava o criminólogo John Pitts, acrescentando que essa sensação "pode ser tão alucinante como uma droga".
Mas à medida que as centenas de pessoas detidas nas pilhagens e confrontos vai sendo presente a tribunal, é possível ficar com uma ideia mais precisa sobre a demografia dos criminosos. Não há mais rapazes do que raparigas, nem há predominância de minorias, étnicas ou religiosas. Não são todos desempregados ou estudantes sem perspectivas de futuro. E a haver uma "inspiração" para os saques, é a do consumismo desenfreado.
Lá se foram as teorias que culpavam o multi-culturalismo pelo que se passou em Inglaterra. O que se passou foi um sentimento de impunidade colectiva. Infelizmente, cada vez mais, a nossa consciência de cidadania varia consoante estamos ou não a ser observados ou de acordo com o olho que nos vigia.
Não é o excesso de valores contraditórios, mas pura e simplesmente a falta deles.
A jornalista e escritora francesa, Tristane Banon, vai apresentar queixa contra Dominique Strauss-Kahn por tentativa de violação.
Em breve iremos descobrir o passado tenebroso desta jornalista, certamente ligada ao tráfico de droga internacional...
Na Antena Aberta, da Antena 1, o tema de hoje são os ciganos. Intelectuais das mais diversas origens choram baba e ranho em prol desta etnia, que alguém, considerou estarem para a Europa como os negros estiveram para os EUA, ou seja estigmatizados e escravizados.
Não conheço nenhum português que goste de ciganos e não conheço nenhum português que não tenha medo deles, nem quando me vejo ao espelho.
A minha filha de seis iniciou agora o primeiro ano do ensino básico. Tem quatro ciganitos na sua sala. Já foi empurrada, batida, pescoço apertado...
É normal que as crianças se batam entre si, se empurrem, sejam particularmente crueis umas para as outras. O que não é normal, nem aceitável, é que nenhum adulto intervenha. Mas, tratando-se de ciganos ninguém se mete com medo das represálias que serão certas e contundentes.
Não me venham amanhã acusar de ter educado uma miúda racista e com ódio aos ciganos, pois nada neste mundo, nem do outro, a fará não odiar os ciganos. A mais velha há muito que já odeia os ciganos.
Devíamos de solicitar aos dirigentes e opnioneiros desta Europa que reflectissem sobre o que estão a fazer. Para que a comunidade cigana seja integrada é fundamental que aceite e cumpra as regras da nossa sociedade que também é deles.
Olha, considerem-nos talibãs.