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No Jornal Católico do Bispado de Hildesheim li sobre uma missa fúnebre, em que se encontravam vinte caixões defronte do altar. Não, não se trata de vítimas de um atentado, ou de um assassínio em massa. Os cadáveres não correspondem a pessoas que morreram recentemente, algumas deixaram este mundo há já dois anos!
Trata-se de gente que, antes de morrer, declarou pôr o seu corpo à disposição da Medicina, para aulas de Anatomia, neste caso, na Universidade de Göttingen. Junto com os familiares, que, finalmente, têm oportunidade de se despedirem dos seus mortos, muitos estudantes assistem à missa. São eles que acendem uma vela para cada morto e lêem os seus nomes.
São coisas que nem nos passam pela cabeça. Mas existem. E ainda bem que existem.