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A sua (do português) realização, identificada com a realização do País, deveria ter obtido cumprimento material completo no tempo forte do Império. Porém, este esvaiu-se, nulificando-se, deixando os portugueses ansiosos por se realizarem, como se realizavam os capitães da Índia regressados nababos, levantando casa em Santa Catarina, em Lisboa, como se realizavam os "brasileiros" de "torna-viagem", levantando solar no Minho ou quinta apalaçada nas Beiras e no Alentejo. O português em geral não usufruiu da imensa riqueza proveniente das especiarias, do açúcar, do ouro, do café, das oleaginosas, sempre monopolizadas por fidalgos e funcionários régios ou por parte de aventureiros.