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Eu não sou uma rígida conservadora e a música até não era má (do meu ponto de vista, claro).
Mas quem é que disse que todos temos que gostar de estar à espera do metro e ter uma banda rock a tocar e a ecoar na estação, como se estivéssemos sedentos de um forte shot de decibéis? Ontem, na estação de metro da Baixa-Chiado, a uma hora em que o intervalo entre os comboios não é nada curto, uma senhora contorcia-se com o desconforto que lhe causavam estes minutos de espera ao som de guitarras eléctricas e bateria, que causava até vibrações e não deixava que duas pessoas conversassem normalmente.
Sugiro, portanto, aos senhores do Metropolitano de Lisboa que, se não querem alterar a programação dos concertos, ao menos forneçam, junto às bilheteiras, uns protectores de ruído para os ouvidos. Os passageiros já são torturados de tantas maneiras...
Esta historia do Mega Pic-nic parece-me bem. Galos, galinhas, vacas, cabras, porcos, leitões, coelhos. Pode parecer uma quinta, mas estes são alguns dos animais que durante todo o dia de hoje estiveram no Terreiro do Paço, em Lisboa. Parece-me bem um evento que mostra ás pessoas que tudo aquilo não é criado nas prateleiras do supermercado. Estamos perante um bom momento didático que mostrou a vida real a uma população menos informada.
António Costa rejeita que a Câmara de Lisboa esteja a estudar o surgimento de um bordel na Mouraria, mas admite que foi apresentada uma proposta com vista à criação de “uma safe house” onde, entre outras coisas, as profissionais do sexo se poderiam dedicar a uma “prática segura” da sua actividade.
Já estou imaginar Passos Coelho e Vítor Gaspar a salivarem. Alto! Não é nesse sentido suas mentes depravadas. Falo de IRS, IVA, Segurança Social que o negocio pode trazer para os cofres do Estado.
55 toneladas. Foi este o número avançado por um responsável da Câmara Municipal de Lisboa como o lixo recolhido na área da Av. da Liberdade e bairros históricos entre as 3 e as 12 horas do dia de Santo António. Se pensarmos que, em muitos destes locais, as máquinas não conseguem entrar, percebemos a quantidade de gente que trabalhou, neste dia feriado, para que à hora da procissão estivesse tudo bonito, como manda a tradição.
Como sempre o país inteiro trabalha e a capital hoje não faz um chavo.
Continua a ser uma discoteca de que gosto muito. Este ano está a comemorar 40 anos. É nesse âmbito que hoje o DJ de serviço é Rodrigo Leão. Quem estiver por aqueles lados tem aqui uma bela sugestão.