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Uma questão de nabos

por Daniel João Santos, em 28.04.11

 

Na realidade, nem António Nogueira Leite e nem José Lello são nabos. Ainda bem que desta vez estão a seguir aquilo que Cavaco pediu, mais propriamente não existirem ataques pessoais. Sim, porque isto que se passa no Facebook não são ataques pessoais, na realidade é a típica imagem do politico trauliteiro que temos por cá.

 

No fundo, nabos somos nós que vivemos há mais de 37 anos a aturar indivíduos deste calibre politico.

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Um homem do povo

por Daniel João Santos, em 27.04.11

Depois de "foleiro" a Cavaco Silva, Lello acusa António Nogueira Leite de querer “abifar uns tachos”.

 

Finalmente um politico com uma linguagem que todos percebem.

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Ai vai o troco

por Daniel João Santos, em 24.09.09

"O dirigente do PS José Lello, e o secretário de Estado das Comunidades, António Braga, são acusados de negociar cargos em troca de financiamento partidário com o empresário Licínio Santos envolvido na Máfia dos Bingos." - Publico

 

Não demorou muito para o PS levar o troco das escutas.

 

Pode até ser mentira, mas achava o PS que ia ficar em jejum?

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LELLO É LOL

por joshua, em 09.03.09

Toda a gente 'bota' faladura crítica e censória a respeito de Alegre. Lello também não resistiu e, no Expresso, foi de uma contundência contundente, acusando-o mesmo de «falta de carácter». Mas a verdade é que o dilema hesitabundo do bardo é de difícil saída e muito mais dilacerante que a falta de dúvidas nos Lellos e Vitalinos. A fé de estes e a esperança estão postas na gamela que estar no PS significa. É-lhes uma licitação fácil e pelo menor preço de consciências nulas. Por isso, todo o nervosismo apresentado não passa de uma coisa cacique e notoriamente reles, como aliás nos vamos habituando em toda a linha de um partido com dono que tem confiscado Portugal nos negócios e na liberdade. Alegre pode até não dar em nada. O PS pode até perder enormemente com o cáustico e subliminar desalinhamento pedagógico de Alegre. Mas quer as oposições quer a sociedade civil, livre e amante da liberdade, preferem esta eterna valsa hesitante ao tango fatal dos unanimismos aclamacionistas e interesseiristas que são Sócrates e rodeiam Sócrates. Uma militânica PS que dança conforme a música de quem manda, independentemente da falta de seriedade e de justiça que nesse mando se detecte, não merece outra coisa que uma reciclagem geral em liberdade, isenção, espírito de serviço ao País e longos anos de deserto na oposição. De preferência minoritária. Minotaríssima. Fora isto, Lello e o seu clone Vitalino são uma lolada. A gente está a vê-los, percebe-lhes o incómodo, que não é político mas todo relativo aos interesses e aos lugares electíveis com direito a tacho. A gente acha-lhes piada. Lol, ó Lello! Lol! Lello e Vitalino? Lolada!

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