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Um homenzinho, sim, senhor. Pensar em Portugal e na sobriedade do hemiciclo fica-lhe bem tanto mais que a hora segue ainda mais desigual e obscena sobre a parte fraca da sociedade portuguesa. Quero ver quem será o primeiro a demitir-se em virtude da grosseira discrepância: Francisco Assis ou Jorge Lacão. Fundamentalmente, eu desejo que os políticos passem a amar-me, a pensar em mim muitas mais vezes e muito menos neles mesmos. Têm de ser em menor número no hemiciclo. Têm de ser menos [ou zero!] e menos vorazes nos múltiplos e insaciáveis comissariados das EPs. Milagre assombroso é que tal começo de conversa parta de Lacão apenas porque está a demarcar-se, há quem diga, de Sócrates já nas «vascas da morte», como grafa, e bem, Santana Castilho. Haja Deus que eu já não posso mais!
Ao que parece, algo que não é muito normal, alguém pensa pela própria cabeça num Partido politico. Falta agora saber quando é que será silenciado?