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Alto lá!

por Daniel João Santos, em 04.05.10

O PSD exigiu hoje que o Governo suspenda imediatamente todas as obras públicas previstas enquanto a situação económica do país o exija.

 

Vamos com calma senhor Passos Coelho. Se não sabe, deveria saber que ainda não arranjaram o buraco na frente da minha casa e essa é uma obra publica fundamental para o país.

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Uma alegre coincidência

por Daniel João Santos, em 04.05.10

O PS vai discutir no dia 10 de Maio a questão das presidenciais. Manuel Alegre num espírito participativo de bom cidadão e por coincidência, acredito que nada mais, já veio a publico defender os grandes investimentos públicos.

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Raios!!!

por Daniel João Santos, em 09.03.10

Enquanto no Norte se corta e adia os grandes investimentos, no Sul o esbanjamento continua... nova travessia, TGV, aeroporto... 

 

Raios!!! Nunca temos uma regionalização à mão quando precisamos de uma.

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Um claro falhanço, mas

por Daniel João Santos, em 17.11.09

9,8 por cento de desempregados é um numero preocupante, um claro falhanço das politicas que têm vindo a ser executadas. 

 

Mas agora exigem-se medidas fortes de investimento, geradoras de postos de trabalho e de modernização. É preciso uma mensagem clara de dinamismo e de luta contra estes péssimos números.

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Fechar a loja

por Daniel João Santos, em 31.10.09

A todos aqueles que desejam um estado fora da economia e consideram esta investigação "Face Oculta" um exemplo do negativo papel do estado no país, rendo-me às evidencias.

 

Por isso, chega de investir em novas estradas, chega de construir auto-estradas, chega de comprar equipamentos, mobiliários para os serviços públicos, chega de construir mais hospitais, escolas... chega de dar dinheiro para as autarquias construírem mais estradas, passeios, parques... chega de comprar viaturas, máquinas, computadores...

 

Sim, porque ao investir em tudo, até em esferográficas, o estado coloca dinheiro na economia, é necessário remove-lo e aos seus germes/euros do sistema económico.

 

Sim, chega de meter tantos milhões nesses pequenos serviços que alimentam muita da economia nacional.

 

Está realmente na hora de fechar a loja e passar a coisa para as mãos do Belmiro, do Amorim e amigos.

 

Sim, está na hora de mandar toda a gente para o privado, eles que mantenham o país.

 

Além disso, assim não pago impostos.

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De salto alto

por Daniel João Santos, em 20.10.09

Sempre vivemos acima das nossas possibilidades. Temos consciência que somos pequenos economicamente, dependentes de outros para viver, mas queremos mostrar mais do que aquilo que somos.

 
Num momento de crise, o que se faz?
 
O estado investe e deve investir. Deve passar uma mensagem de confiança ao país, servindo de motor de um frágil economia.
 
O problema é quando o investimento ou anúncio dele é feito de forma irreal, sem o mínimo de cuidado e megalómano.
 
Construíram-se estádios, fez-se a festa e a coisa acabou num mês. Hoje, pelas notícias, fica mais barato destruir um estádio, como o de Aveiro, do que o manter. Portugal quis fazer bonito e fez, sofre agora as consequências.
 
Avança-se agora para novos irrealismos. Avança-se com o TGV, com a nova travessia no Tejo, juntando agora um possível mundial de futebol.
 
Madail, nobre presidente da FPF, considera a rentabilização das infra-estruturas que já temos. Apenas e mais um fuga em frente.
 
Que este país pare para pensar. Que invista onde realmente é necessários, reduzindo mega investimentos a mínimos aceitáveis e rentáveis.
 
De qualquer forma, se o TGV não for financeiramente lucrativo, sempre podemos chamar aquela empresa de limpezas de vias, que limpou as valetas e os carris ali para o Norte.
 
Se a ponte não resultar, sempre temos o Almeida Santos e a dinamite.
 
O problema é que se Portugal for ao fundo, espero bem que não, não estou a ver quem o consiga salvar.

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UMA PERSPECTIVA GLOBAL DO NOSSO INFERNO

por joshua, em 11.08.09

«Estou firmemente convicto de que se os grandes projectos públicos forem todos para a frente, nós vamos ter um longo período de estagnação económica. O TGV significa que teremos de pagar indemnizações compensatórias permanentemente, as auto-estradas vão estar vazias e tudo vai sair dos impostos. Vamos introduzir uma rigidez brutal nos orçamentos futuros - e os orçamentos já são difíceis de fazer porque há uma grande rigidez. A dívida pública é cada vez maior, os juros serão cada vez mais elevados, os salários dos funcionários públicos têm de ser pagos, tal como as pensões, e além disso tem de se pagar as parcerias público-privadas (PPP). O que sobra para gerir depois disto é muito pouco, o que significa que o investimento público será cortado, que as prestações sociais vão ser reduzidas e a culpa disso estará nas decisões tomadas hoje.» Luís Campos e Cunha
 

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