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Francisco Assis voltou... Voltou de novo, voltou mais uma vez... Fosse porque lá estava António Capucho, e ele não ser homem de deixar protagonismos por mãos alheias, fosse simplesmente poque ele é mesmo assim. Como o mar, de ir e voltar... Nunca importando muito como vai, e menos ainda como volta.
Há dois anos atrás defendia uma coligação com a direita. A única possível, garantia, e insurgia-se contra o extremismo da linguagem contra o governo, enquanto exultava com a perspectiva do maior protagonismo de Portas no processo de coordenação política do governo. Há apenas seis meses abandonou o congresso... Não se revia no partido, aquilo era tudo muita esquerda...
Agora voltou, na convenção, e o governo já é a direita extremista com quem se não pode estabelecer compromissos. E não é de agora, é de há muito: "Não pode haver compromissos com quem há muito se excluiu deles"!
Não mudou de ideias, jura. Pode ser que não, e que nós é que andemos todos a dormir...
Quando reparei, depois do inevitável beliscão para confirmar que estava acordado, dei por mim a pensar que nos estão sempre a dizer que é na cabeça deste homem que mora o mais sólido pensamento do PS...
Porquê? É que gosto mesmo de inigmas...