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Devido ao incentivo fiscal que Portugal está a oferecer aos estrangeiros que invistam cá no "rectângulo", Portugal está a tornar-se apetecível para os reformados franceses que decidam viver ou passar largas temporadas pelo nosso burgo.
E para os reformados portugueses (de Portugal!), para quando o mesmo tipo de condições?
Serão uns filhos e os outros enteados?!
Fica a reflexão...
Pois, parece que assim foi e mais grave ainda, os cálculos efetuados foram errados lesando seriamente os contribuintes proprietários de imóveis.
Se os motivos para o sucedido forem a falta de técnicos competentes ou de dinheiro para pagar as deslocações dos técnicos, a tutela deve equacionar a sua política de cortes nos recursos humanos. Não devendo uma situação que pode onerar em demasia um contribuinte numa época já por si, muito difícil.
Mas se foi a preguiça a causadora de tal situação, então, devem tais técnicos serem sujeitos a processo criminal por parte dos lesados.
Não é aceitável este tipo de conduta.
Uma avaliação imobiliária deve ser sempre efetuada no local, de forma a que a avaliação seja o mais realista possível. Porque se os proprietários apenas devem pagar o valor correto do Imposto Imobiliário; por parte das Finanças, também ela necessita de cobrar os montantes relacionados com o imposto devido.
À espera dos próximos capítulos...
A propósito deste artigo do jornal"SOL" , apenas tenho a repetir algo que já o tinha dito em 2007 aqui:
" O que esta “gente” dos Bancos anda à espera com os sucessivos aumentos nas taxas referenciais das quais dependem os empréstimos à habitação?!