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Hoje estreia o filme “Harry Potter e o Príncipe Misterioso”, mais um de uma já longa saga.
Não tendo visto todos os filmes ou lido qualquer dos livros, este inicio do final da já longa história despertou-me uma certa curiosidade, por isso resolvi ler as criticas.
Na revista Ípsilon do Publico, suplemento de sexta-feira, o critico Mário Jorge Torres desmonta, simplifica e arrasa o filme.
Os argumentos são esclarecedores e numa linguagem simplificada explica a sua opinião. Destaco este delicioso momento:
“ (…) resulta de toda justiça sublinhar o profissionalismo de uma realização segura e inteligente de David Yates, revelando uma compreensão da necessária visualidade expressionista (…) . As referências ao imaginário pictórico alemão, remetendo para Dürer, Grünewald, Böcklin ou Caspar David Friedrich, encaixam numa lógica de conferir à ficção uma sólida componente culturalista, que, se dispersa o olhar desprevenido do espectador comum (…)” - Mário Jorge Torres
Aposto que Vital Moreira não conseguiria dizer melhor.