Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]
há que inventar novas nascentes
pintar de verde as telas e
nelas soltar corcéis ao encontro do devir
Uma poesia que cresce em nós, numa escrita onde o ponto se libertou da sua condição final e se passeia pelas frases em busca de um rimo próprio. Ao ler cante.chão sou como esse ponto inebriado acreditando que em cada verso nada é definitivo e abolidos são todos os finais.