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A pergunta que se impõe fazer

por Daniel João Santos, em 14.10.13

Nos últimos dias tem vindo a lume partes do Orçamento de Estado para 2014 e que representam bem a desgraça que ai vem. Se o anterior governo elegeu os professores como inimigos públicos, capazes de destruir a nossa democracia, este governo foi mais longe e elegeu como inimigo tudo o que é publico. No entanto, estas medidas não deveriam ser surpresa para ninguém. Sim, estavam no programa do PSD nas eleições legislativas ou será que ninguém leu? 

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Passou-se de vez?!

por Nuno Raimundo, em 12.06.13

Parece que afinal as decisões do Tribunal Constitucional não são para cumprir.

Pelo menos é o que deve pensar o nosso primeiro-ministro, uma vez que ordenou a suspenção do pagamento do subsídio de férias dos funcionários públicos.

Desejará ele uma sublevação popular?

É que este tipo de conduta, e  quando os salários dos trabalhadores do Setor Estatal estão constantemente  a ser diminuídos à força, não será um teste à coragem e à  paciência das pessoas?

Ou será que já está farto do cargo que ocupa e está a tentar ser "despejado à força"?

É que o argumento em que se apoia, seria o único que poderia  in extremis, ser utilizado para um forçoso não-pagamento dos súbsídios em questão, sem que lhe fosse exigida a cabeça. Mas este comportamento já não é novo, e constantemente vai se testando as decisões do tribunal que faz cumprir (ou deve fazer!) a nossa cartilha legislacional, que é a soberana (!) Constituição Portuguesa!

Por isso,não se entende este tipo de comportamento e atitude!!

 

Às vezes fico com a mera impressão que se tratam apenas de simples birras típicas de criança, mas birras essas que afinal não prejudicam apenas os pais, mas uma larga maioria de cidadãos.

E por isso, deverá este caso ser alvo de reflexão profunda, pelo que se aguardam  os "novos episódios" desta série...

É que é caso para pensar que isto não vai acabar bem, para uma das partes....

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A pergunta que se impõe fazer

por Daniel João Santos, em 08.05.13

Henrique Raposo no jornal Expresso avança com um escrito dirigido aos funcionários públicos que é, diga-se de passagem, o claro exemplo da visão estreita que alguns setores têm relação ao funcionalismo publico. Dou, no entanto, o beneficio da duvida a Henrique Raposo: será preconceito ou ignorância mesmo?

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Ainda têm a barriguinha cheia da Páscoa?

por Zélia Parreira, em 09.04.12

Então tomem lá: Os trabalhadores da função pública contratados a termo certo vão deixar de ter direito à compensação em caso de despedimento pela entidade empregadora, que deixa de ser obrigada a comunicar atempadamente a sua intenção de despedir.

Mai nada! Mais meia dúzia de cartuchos e já não deve restar nenhum português para contar a história.  Vai uma água de Castello?

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A "fuga" da Função Pública...

por Nuno Raimundo, em 22.02.12

Ao ver o que aqui leio, tenho a certeza que o "sistema" chegará a um ponto em que ficará paralisado por falta de funcionários suficientes para desempenhar algumas funções e/ou serviços.

Cada vez existe menos gente para trabalhar na Administração Central, e com isso, muitos dos processos de trabalho ficam atrasados em relação ao tempo "normal" que deveriam levar. As filas acumulam-se nas repartições públicas e somente recorrendo a contratações outsourcing é possível minorar o efeito da saída de tanta gente.

Bem sei que temos de racionalizar os recursos que temos, tanto que se em serviço A ou B existe gente a mais ( não sei como será possível isso), então que se desloquem para o serviço X ou Y. Mas não como o querem fazer, a mobilidade nacional. Porque isso acarretaria um enorme prejuízo familiar e finaceiro para os mobilizados.

Acredito que o bom-senso imperará nesta situação, mas em relação à saída de tanta gente, a sua maioria passa por reformas antecipadas que terão impacto nas contas públicas, pois essa gente deixará de trabalhar mais vai receber ou indemimização respetiva ou subsídio; para além da futura paralização de serviços.

Não sei porque se teima em considerar que gente capacitada é superflua, mas sei que a longo prazo as consequências desta debandada fará a sua mossa.

Só não sei porque o Álvaro e o Gaspar só olham a breve trecho. Será apenas para agradar à Troika ou têm efetivamente algum "coelho" para tirar da cartola para resolver essa situação?

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Cortar afinal não é para todos

por Zélia Parreira, em 01.02.12

Cada vez que há uma greve aparecem os arautos do bom-senso. "Ah, e tal, os trabalhadores têm razão, têm de lutar pelos seus direitos, mas não têm o direito de prejudicar aqueles que querem trabalhar". Seria de esperar que o mesmo tipo de raciocínio se aplicasse a todas as classes profissionais.

Porém, tal não acontece. Operários e funcionários públicos perderam o direito de protestar perante a opinião pública, mas esse direito continua a ser válido e pertinente em determinadas classes profissionais, como é o caso dos médicos.

Perante a ameaça dos profissionais de saúde de cessarem a prestação de horas extraordinárias, o governo decidiu criar um regime especial para médicos e enfermeiros, permitindo-lhes o pagamento de valores superiores ao de todos os restantes funcionários públicos pelo trabalho extraordinário.

A saúde é um sector fundamental? Sem dúvida. Tal como a educação, os transportes, a segurança pública, etc., etc.

Os médicos e enfermeiros não estão a ser beneficiados, antes pelo contrário. Os restantes profissionais especializados nas suas respectivas áreas é que estão a ser prejudicados, para ser delicada.

 

 

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Provavelmente já viram...

por Ana Lima, em 18.11.11

... mas não faz mal verem outra vez.  O humor ainda é das melhores coisas da vida.

 

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A excepção

por Daniel João Santos, em 23.11.10

"Os trabalhadores das empresas públicas de capital exclusiva ou maioritariamente público, das entidades públicas empresariais e das entidades que integram o sector empresarial regional ou municipal” vão sofrer cortes salariais, mas abre-se a porta a “adaptações autorizadas e justificadas pela sua natureza empresarial”.

 

Aposto que as excepções chamam-se "boys"

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Pequena dúvida que tenho...

por Nuno Raimundo, em 06.11.10

Será que Alberto João Jardim vai estar na linha da frente na manifestação da Função Pública que hoje está agendada?

É que se ele está descontente como "roubo" que lhe vão fazer, existem outros tantos Tugas que também assim estão.

Porque não se juntar a eles, e manifestar o seu desagrado?

Afinal, ele também é um funcionário público? Não?!

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Conversas na esplanada

por Daniel João Santos, em 24.06.10

- O Governo, através do ministro das Finanças, admitiu que nos próximos anos não haverá condições para pagar prémios e progressões na carreira aos funcionários públicos.

 

- Só a esses?

 

- Sim.

 

- Que pergunta estúpida que eu fiz. Os outros são administradores e assessores, estava a confundir.

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