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Saudade

por Eduardo Louro, em 30.05.13

Dantes ... hoje era feriado. E amanhã ponte!

Saudade... Que raio de saudade...

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Ex-Feriados

por Ana Lima, em 09.05.12

Pronto! Parece que agora é que é. A Implantação da República e a Restauração da Independência deixarão de ser comemoradas em dias feriados. E o Corpo de Deus e o Dia de Todos os Santos também. 

Este ano temos, talvez, uma última oportunidade para, em dias inteiros sem trabalhar, finalmente percebermos o que é a festa do Corpus Christi; conhecermos melhor a nossa república, que vai já na terceira edição; pedirmos o pão por deus ou o "bolinho" na festa omnium sanctorum, em vez de ir em romagem aos cemitérios (já que o dia dos fiéis defuntos é no dia seguinte); e agradecer aos catalães o desvio de atenção do rei Filipe IV de Espanha que levou os Bragança ao trono.

No próximo ano vai ser mais difícil porque estaremos afincadamente a trabalhar. Mais quatro longos dias para produzir. No final de 2013 notar-se-á, certamente, o enorme impacto desta medida. Desde logo, quando quiser fazer promoções, a Jerónimo Martins terá menos dias por onde escolher. E nós teremos menos uns dias para pensarmos na falta que nos fazem os subsídios que, entretanto, serão uma miragem distante. Tudo controlado, portanto.

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A pergunta que se impõe fazer

por Daniel João Santos, em 26.01.12

Será que esta gente não percebe que temos de trabalhar quando é necessário e não serão quatro feriados que vão salvar Portugal?

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O mal é outro

por Daniel João Santos, em 13.10.11

O problema, meus caros, não é a existência de feriados e pontes. Sim, o problema mesmo é não se trabalhar quando é preciso e deixar andar o barco.

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Lisboa tem as costas largas...

por Ana Lima, em 13.06.11

Mas, já agora, hoje a capital está bem acompanhada pois há vários concelhos no país que têm feriado municipal no dia de Santo António. A saber: Aljustrel, Alvaiázere, Amares, Cascais, Estarreja, Ferreira do Zêzere,  Proença-a-Nova, Reguengos de Monsaraz, Vale de Cambra, Vila Nova da Barquinha, Vila Nova de Famalicão, Vila Real, Vila Verde, Matosinhos.

E depois só em Lisboa é que não se trabalha! :)

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Depois Lisboa é que trabalha

por Daniel João Santos, em 13.06.11

Como sempre o país inteiro trabalha e a capital hoje não faz um chavo.

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A pergunta que se impõe fazer

por Daniel João Santos, em 04.10.10

O que é que se faz na segunda-feira, depois de um fim-de-semana no Alentejo, cansado e a trabalhar, sabendo que amanhã é feriado?

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Falemos sério

por Daniel João Santos, em 23.07.10

Não me venham dizer que abertura dos hipermercados ao Domingo e feriados vai acabar com o o comércio tradicional, incentivar o consumo, prejudicando o lazer e a Cultura, coisas que li nos comentário do Publico Online.

 

Para começar, já há muito tempo que não existe qualquer concorrência entre o comércio tradicional e os hipermercados.

 

Depois, incentivar o consumo? Como povo consumista que somos, gostamos e somos fãs, isso de hiper's abertos ao Domingo e feriados, não aquece nem arrefece.

 

Prejudicara o lazer e a cultura. O quê? E a quê?

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Democracia socialista

por João António, em 17.06.10

"...tanto faz que o 25 de Abril seja comemorado a 25 como a 27..."

"A picareta falante"

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As contas de Vasco

por Daniel João Santos, em 04.06.10

Vasco Pulido Valente, cronista do jornal Publico entre outras coisas, avança no jornal com uma crónica onde disserta sobre os feriados e os dias que, segundo ele, os portugueses perdem de trabalho.

 

Em toda a trabalhosa crónica, aposto que terá chegado ao fim dela todo suado, mais ou menos como aqueles que trabalham de sol a sol, Pulido Valente afirma que os portugueses descansam demasiado, uns 2 meses por ano.

 

Já por aqui escrevi que discordo de tolerâncias de ponto, particularmente a que foi concedida aquando da visita do Papa a Portugal, mas não posso deixar de discordar com a visão estatística do senhor cronista Pulido Valente.

 

Se existe gente a trabalhar de menos, deveria saber o senhor Vasco, existe gente a trabalhar demais e com remunerações inferiores a quem escreve uma crónica num jornal diário.

 

O problema é que somar tudo e depois dividir por igual, parece-me uma forma errada de olhar para a realidade do país. Acredite, senhor Vasco Pulido Valente, digo eu, que desta vez sei mesmo bem do que estou a falar.

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