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Ainda sobre a privatização do sistema de saúde e agora a educação, o António de Almeida no blogue Novo Rumo, chama-me socialista e diz que apenas me preocupo com o meu lugar, que sou um encostado ao estado.
O meu nome não está lá, mas é isso que ele diz serem as pessoas que consideram estas privatizações de “insensibilidade social”.
“Se o Estado ficasse reduzido ao papel de regulação e fiscalização, desapareceria uma enorme quantidade de burocratas, que consomem grande parte do orçamento destinado às áreas em questão…”, escreve o António.
Se colocamos as coisas na visão que ali é escrita, o cenário da privatização total da saúde e educação, sendo assim sectores privados e sujeitos ás regras do mercado, então fico confuso.
Não serão, no cenário defendido, a educação e a saúde, equivalentes a um banco, a uma seguradora, a uma fábrica privada?
Como é que depois, quem defende que o estado não deve intervir no sector privado, impondo regras num mercado competitivo e livre, defende depois que o estado deve regular e fiscalizar?