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Sempre atento aos ciclos políticos, Freitas do Amaral, perfilha-se agora como crítico de Sócrates e do seu governo. E existe mesmo quem já o classifique de "histórico do CDS-PP".
Freitas, com a sua habitual plasticidade táctica de quem cheira novas oportunidades, prepara-se para usar o seu prestimoso currículo de quem já integrou todo o tipo de governos, desde o CDS até ao PS, para se posicionar como grande reserva moral deste país... quem sabe até aspirar a liderar um governo de salvação nacional.
Lembram-se do tempo em que saltitava atrás de Mário Soares para aparecer nas câmaras de televisão, qual emplastro, a quem só faltou dizer "eu sou filho do Pinto da Costa", mas que em vez disso, numa atitude arruaceira indigna de um estadista se limitou a chamar Hitler a Bush? Insulto do qual recuperou precipitando-se aos pés de Gondoleeza Rice assim que foi nomeado ministro de Sócrates. Pois agora chama palhaço a Sócrates...
Freitas, o homem que nunca desiste, vê agora a oportunidade de chegar a primeiro-ministro. Assustador, não é?