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Uma colaboradora do Jornal Católico Alemão que costumo ler caracterizou assim Jesus Cristo:
Falava sempre muito claro, sabia decidir e, acima de tudo, aceitava, cheio de amor, os outros tal como eles eram.
Talvez tenha sido este o segredo do seu sucesso. E para nós, cristãos, não seria mais aconselhável concentrarmo-nos nas suas qualidades humanas, em vez de insistirmos em ideais obsoletos, como a virgindade, ou no apontar de pecados baseados na tentação da carne, na gula, ou na vaidade? Se seguíssemos estes três preceitos citados, talvez conseguíssemos realmente fazer deste mundo um lugar melhor para se viver.
PSL acha inexplicável que os feriados cristãos não constem dos três milhões de exemplares de uma agenda para as escolas secundárias e que ostenta as cores da União Europeia. Aí se mencionam os feriados judeus, os feriados hindus, os feriados sikhs e os feriados muçulmanos. Mas não há uma só referência a qualquer feriado cristão, sendo que mesmo o 25 de Dezembro surge em branco. A explicação é facílima. A internacional socialista e a maçonaria europeia praticam uma rasura sorna e sistemática do cristianismo e o cristianismo europeu vive tempos de envergonhado envergonhamento taciturno, inexpressivo como se não fosse fonte de um júbilo absoluto. Num e noutro, maçonaria e internacional socialista, vem assentando o constructo directivo e sovietizante chamado União Autocrática Europeia. Se tal instituição frankensteiniana prefere pilares de esterco, paciência. Só Cristo é a Rocha para um futuro justo, integrador e fraterno. Só essa Rocha justificou algo de intimamente grande, inspirador, e indelevelmente sublime no coração da Europa e depois no resto do Mundo, apesar de todas as sombras, erros, frutos dúbios. Não pasmarás por não haver cristianismo nos papéis! Surpresa nula, portanto! Grau de inexplicabilidade nula também.