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Dir-me-ão que lhe estou a fazer um favor, mas, desta vez, não publico fotografia, nem cito o nome dele.
Cerca de 800 jornalistas de todo o mundo acompanham o julgamento do assassino norueguês, dando razão à jornalista Asne Seierstad, que diz que este processo lhe dá tudo o que ele sempre desejou: uma plataforma mundial para divulgar a sua pessoa e as suas ideias. Nas próprias palavras do indivíduo, os jovens que abateu "não eram crianças inocentes, mas activistas políticos, trabalhando a favor do multiculturalismo". Definiu o massacre como o acontecimento mais importante, na Europa, desde a 2ª Guerra Mundial e justificou-o na crença de que não mais houve verdadeira democracia, desde essa altura.
Estar preso não o incomoda. É um invólucro vazio, sem sentimentos e sem necessidades, exceptuando a sua sede de protagonismo. Também já disse que seria uma ofensa os psicólogos considerarem-no inimputável. Ele quer ser reconhecido pelo que fez!
Resta saber se alguém nasce com estas doses maciças de narcisismo, ou se as vivências da infância e da juventude dão uma ajudinha. Nada do que fazemos vem do nada. Ninguém é mau só porque sim, o nosso comodismo é que nos leva a acreditar em tal.
Se os EUA tivessem requerido a ajuda da PJ para encontrar Osama Bin Laden, tudo seria mais fácil, a ver por esta notícia.
Mas ainda vão a tempo com o Coronel Khadaffi.
A força internacional da NATO (ISAF) matou, no domingo, pelo menos 21 civis num bombardeamento aéreo no centro do Afeganistão, declarou segunda-feira o porta-voz do ministério afegão do Interior.