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A Galp Energia contestou a ideia de que exista «uma enorme diferença de preços» entre os combustíveis vendidos em Portugal e em Espanha, considerando que antes de impostos a gasolina nas bombas portuguesas é até mais barata do que em Espanha.
Realmente, até que está bem visto.
Como todos sabemos, os portugueses pagam os combustíveis antes dos impostos.
Um bom passo para a erradicação das desigualdades nos EUA, alargando a cobertura dos serviços médicos a quase 95 por cento da população, integrando pelo menos 31 milhões de pessoas que actualmente não têm seguro.
Um dos aspectos importantes da proposta será a de fixar novos critérios para a actividade das companhias seguradoras (que não poderão, por exemplo, recusar apólices a pessoas com doenças crónicas) e, tal como também defende a Administração, estabelece a criação de um novo plano público e assegurado pelo governo federal, que segundo os proponentes e vários especialistas permitirá manter sob controlo os custos do sistema.
Um pequeno passo no caminho de uma enorme revolução de um sistema dominado por lóbis, grandes seguradoras, que transformam o mercado em tudo menos num mercado livre.
Dificilmente alguém dirá que nos Estados Unidos existe livre concorrência, quando todos sabemos que meia dúzia de grandes seguradoras definem as regras e quem tem acesso total das especialidades médicas.
Cada vez que Obama avança um obstáculo, cada vez mais difíceis, muitos dos que consideram os EUA um exemplo de capitalismo e economia selvagem, que deveria ser seguida em Portugal, estão agora a tentar atingir directamente quem pensou nesta reforma e não a tentarem argumentar contra ela.