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Se alguém ainda tem dúvidas que este regime está esgotado e que já só pode levar o país ao definhamento final, basta que olhe para o espectáculo dos inquéritos parlamentares: se a maioria parlamentar não está interessada em que se mexa no assunto, pura e simplesmente não há inquérito. Se há inquérito, a verdade apurada é invariavelmente a da maioria…
Ainda está quente o escandaloso relatório da senhora (ou será menina?) deputada que responde pelo apelido Marques Mendes, da Comissão Parlamentar de Inquérito aos Swaps, e já a maioria inviabiliza o inquérito aos Estaleiros Navais de Viana do Castelo.
Este não é apenas um problema da actual maioria, esta é simlesmente a mais despudorada de todas. É um problema que cada maioria repete. É um problema de respeitabilidade. De responsabilidade e de credibilidade. É um problema do regime!
Afinal para que servem comissões de inquérito " ás paletes" ?
Para avaliar a falta de seriedade de muitos políticos, bem como de muitos gestores das grandes empresas do regime, basta assistir aos debates da Comissão de Inquérito da Assembleia da Republica.
Naquela comissão, a mentira e a hipocrisia são a moeda corrente, em que o papel dos deputados do PS ali presentes raia a indignidade, celebrada no currículo do deputado Ricardo Rodrigues. (Henrique Neto, aqui)