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Ficaram sem ter como pôr comida na mesa e começam agora a engrossar as filas nas instituições que prestam ajuda assistencial. Muitos dos 280 mil portugueses que dependem dos cabazes do Banco Alimentar contra a Fome são da classe média. Tinham emprego, férias, acesso à net e tv por cabo, cartão de crédito. Ficaram com uma casa para pagar ao banco, um subsídio de desemprego que tarda a chegar - quando chega - ou que já acabou. Um carro que já não sai da garagem. (Publico)
Recomendo que leiam a noticia toda.
Este é o país da barraca com um submarino à porta. Este é um país transformado em filas: a fila da sopa dos pobres, as fila para pagar cada vez mais impostos, a fila dos Centros de Desemprego, a fila do desespero... já não é a fila para o precipício porque essa já acabou. Sim, já há muito tempo que saltámos para o abismo e ainda estamos a cair. Infelizmente esta queda foi voluntária. Há 36 anos que votamos em quem nos empurrou para o buraco, que são os únicos que não caiem e nem vão lá cair.