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O filme

por Daniel João Santos, em 03.09.13

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Certamente vos acontece, como a mim, ao verem algumas séries produzidas para televisão, acharem que os argumentistas se estão a esticar até ao limite, ao imaginarem ligações mirabolantes entre personagens e acontecimentos absolutamente inverosímeis. Por vezes sinto até dificuldade em acompanhar, de forma clara, o desenvolvimento da história.

Pois foi isso mesmo que senti ao ler este artigo... Qualquer dia os jornalistas do Público começam a ser confundidos com os autores do Inimigo Público... É que se isto parece real...


P.S. Já viram as potencialidades ficcionais da designação das empresas? Triângulo da Performance, então...

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Chuck Norris é que é bom

por Daniel João Santos, em 22.12.12

A avaliação da qualidade dos filmes em Portugal está ao nível um Irão, uma Coreia do Norte e um pouco abaixo da China. A Inspeção-Geral das Actividades Culturais (IGAC) não considera que o Vertigo de Hitchcock seja um filme merecedor do estatuto de qualidade.

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Quem é, afinal, Mo Yan? O que escreve?

por Cristina Torrão, em 14.10.12

A Carla M. Soares foi a primeira pessoa que encontrei capaz de dizer algo de concreto sobre a obra do novo Prémio Nobel da Literatura:

 

Nos tempos do Quarteto, assisti a um filme chinês maravilhoso que dava pelo nome Milho Vermelho. Não poderia, vinte e quatro anos depois, apontar pormenores, mas ficou-me a ideia de uma história maravilhosa, que envolvia um casamento tradicional, uma longa viagem, um amor parece-me que impossível, e um vinho familiar especial... porque os homens da família urinavam nele (não perguntem). Lembrar-me-ei bem? E lembro-me de sair do cinema, aos dezassete anos, encantada.

 



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Histórias de Animais (9)

por Cristina Torrão, em 29.07.12

Uggie, o cão ator do filme o Artista, tem, agora, as suas patas impressas no Walk of Fame de Hollywood, ao lado de nomes como Marilyn Monroe e Clark Gable.

 

 

A história de Uggie é curiosa, pois, devido ao seu temperamento, em cachorrinho, esteve quase a ir para o canil. Por sorte, foi adotado pelo treinador de cães Von Muller, que nos diz: "He was a crazy, very energetic puppy, and who knows what would have happened to him if he [had] gone to the dog pound. But he was very smart and very willing to work. One of the most important thing[s] is that he was not afraid of things. That is what makes or breaks a dog in the movies, whether they are afraid of lights, and noises and being on sets. He gets rewards, like sausages, to encourage him to perform, but that is only a part of it. He works hard."

 

Estas últimas palavras de Von Muller são significativas: He works hard. De facto, um cão, em situações destas, passa por tanto stress como os humanos e é preciso muito tato para saber quando se está a esforçar demais o animal, ou como agir, quando ele não faz aquilo que esperamos dele. Um cão empenha-se de tal maneira para agradar ao dono, que, ao notar a desilusão deste, o seu nível de frustração pode ser grande e afetá-lo psicologicamente. Mas, como reconhece o próprio Von Muller (e, aliás, toda a gente que lida e/ou se dedica a animais): "Everybody thinks I am a great trainer. I don't think so. I think he is just a great dog."

 

 

Muita gente pensará que o registo no Wall of Fame é um exagero, já que o cão não está consciente do que se passa. É verdade. Mas, na “pessoa” de Uggie, assim se reconhece e agradece o trabalho de todos os animais que, em filmes, já nos fizeram rir, chorar, ou sonhar. Porque nós, humanos, costumamos ser mal agradecidos.

 

He went on to appear in the 2011 silent movie The Artist, and it was this role that brought him to the attention of mass media,[1] with some critics describing him as “stealing every scene”.

 

Thanks Uggie. I love you!

 

Aqui, um vídeo da visita de Uggie ao jornal inglês The Guardian (desculpem, não o consegui trazer para aqui).

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A Glória é Efémera

por Cristina Torrão, em 23.12.11

Se há algo que me impressiona, é a decadência que se segue à glória. Admiramos estrelas (de cinema, da música, dos livros, etc.) mas só enquanto brilham. Quando esmorecem, nunca mais nos lembramos delas, porque há outras que tomam o seu lugar. E o fim, a velhice, são, em 90% dos casos, bem amargos.

 

 

Anita Ekberg, Miss Suécia em 1960, entrou para a história do cinema, a partir do seu "banho" na fonte Trevi, no filme La Dolce Vita, de Frederico Fellini, em que a sueca contracenava com Marcelllo Mastroianni. Mas, enquanto nos deliciamos com as imagens desse "banho", admirando a beleza da diva, a senhora, hoje com 80 anos, vive num lar de idosos, confinada a uma cadeira de rodas, desde que partiu o colo do fémur. Pelos vistos, ocupa-se com a escrita das suas memórias, mas é uma criatura solitária, que recebe apenas a visita de um antigo vizinho, ou de assistentes sociais. Além disso, está completamente arruinada.

 

Massimo Morais, um funcionário do Tribunal que se ocupa do caso da antiga diva, viu-se obrigado a apelar à Fundação Frederico Fellini, na esperança de arranjar dinheiro para a senhora, que não tem para onde ir. Se tiver de sair do lar, tornar-se-á sem-abrigo! Em declarações ao jornal italiano La Stampa, Massimo Morais informa que a Fundação ainda não respondeu, mas tem esperança que mostre solidariedade por uma boa actriz, que a merece!

 

Será que o espírito natalício se lembrará da outrora bela Anita Ekberg?

 

Notícia lida num site alemão, traduzida por mim.

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José & Pilar

por Daniel João Santos, em 17.11.10

Peço desculpa, mas qualquer filme/documentário onde o protagonista afirme que está a subir a uma montanha e se cair dela nunca mais escreverá um livro, não é algo que me incentive a ir ao cinema. Ainda mais se no final da projecção os espectadores tiverem vontade de cortar os pulsos.

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2711 no cinema

por Daniel João Santos, em 17.07.10

Os Doze Indomáveis Patifes (The Dirty Dozen)

 

 

Os Doze Indomáveis Patifes são os criminosos, os psicopatas, os dispensáveis, os fracassos do Exército - e os campões de bilheteira que ficaram na história do cinema.

Décadas depois da sua estreia, os Doze Indomáveis Patifes continuam a ser um marco incontornável por entre os filmes de guerra. Lee Marvin veste a pele de um Major de Exército Americano cujos métodos pouco ortodoxos levam-no a ser "voluntariado" para liderar um bando de condenados numa missão suicida contra o exército alemão. Charles Bronson, Jim Brown, John Cassavetes, Trini Lopez, Telly Savalas, Donald Sutherland e Clint Walker são alguns dos 12 canalhas a quem é prometido o perdão e a liberdade... se sobreviverem à missão.
Robert Aldrich (A Colina da Ira, O Beijo Fatal,Folhas de Outono) realiza este clássico, combinando de forma perfeita o humor sarcástico e subversivo com a acção explosiva, num dos melhores exemplos de sempre do cinema de acção. Nomeado para um total de quatro Oscares da Academia, Os Doze Indomáveis Patifes conquistou o galardão de Melhores Efeitos Sonoros.

 

REALIZADORES
Robert Aldrich

 

INTÉRPRETES
Lee Marvin, Ernest Borgnine, Charles Bronson, Jim Brown, John Cassavetes, Richard Jaeckel, George Kennedy, Trini López, Ralph Meeker, Robert Ryan, Telly Savalas, Donald Sutherland, Clint Walke

 

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2711 no cimena

por Daniel João Santos, em 01.07.10

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