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O 2711 teve acesso em exclusivo à conversa entre os dois lideres:
"- Estou! Estás a ouvir, Obama?" - Merkel
" - Sim, Merkel. Escuto!" - Obama
Falta saber agora a quem é que vão colocar as culpas?
"O fim de Osama Bin Laden não é o fim da Al-Qaeda, mas tornou o mundo mais seguro." - Barack Obama
O comité Nobel aceita devoluções?
ps. Serve a pergunta não para concordar ou discordar da acção que está a ser feita na Líbia, mas sim ironizar sobre a atribuição de um Nobel. Na realidade, Obama está a ser, como se esperava, o Presidente dos Estados Unidos e não a Madre Teresa de Calcutá que alguns desejavam.
Tenho cada vez mais esta dúvida. Será que sonhei ou isso foi mesmo realidade?
Então o homem não tinha dito que ia retirar os militares americanos do Iraque? Que eu saiba por lá ainda andam alguns milhares.
Entretanto invadiu o Afeganistão e bombardeou parte do norte do Paquistão?
E agora está a pensar em invadir a Líbia?
Afinal que porque motivo foi Barack Obama galardoado com o prémio que premeia que defende a Paz?
Um bom serviço publico de informação é aquele que nos mostra o avião de Obama a levantar voo. Sim, aposto que muitos portugueses ainda não tinham observado um avião a levantar voo e a RTP pensou nisso.
Já que vão falar a Obama sobre a situação económica, não percebo para quê, aproveitem e expliquem quem foram os culpados.
Um em cada cinco norte-americanos acredita que Obama é muçulmano. Em Portugal, um em cada 10 autores do 2711 acredita que Obama é pior que Bush.
Obama vai estar em Portugal e já imagino o nosso Manuel na manifestação de protesto com o poster do Bush.
Sempre achei a atribuição do prémio Nobel da Paz a Barack Obama um grande erro. A atribuição de um prémio desta natureza não se pode basear nunca, naquilo que se espera que o galardoado venha a fazer no futuro, deve sim, ter em conta, aquilo que de facto ele já fez, pela paz mundial. A esse respeito, Obama pouco ou nada fez.
Barack Obama, tem sido, pelo menos para mim, uma tremenda desilusão no que à politica externa diz respeito. A politica belicista, imagem de marca da administração Bush, continua praticamente a mesma. Aliás alguns protagonistas da política de defesa, ou melhor de "ofensa" e de "agressão", como o secretário da defesa dos EUA, Robert Gates, transitaram precisamente da anterior administração, o que ajuda de certo modo a explicar algumas atitudes no mínimo estranhas (tendo em conta os discursos pacificadores de Obama) tomadas pela actual administração.
Os dois parágrafos de cima, são parte da minha reacção, a mais esta noticia, que revela que Barack Obama, poderá sofrer de bipolaridade, já que umas vezes acorda com vontade de reduzir o arsenal nuclear, mas outras vezes acorda, com a necessidade de desestabilizar o já de si instável e explosivo Médio Oriente. Somando a isto, o parco diálogo para com o regime de Teerão, bem como a sua incapacidade em resolver os conflitos iniciados pela administração Bush, penso que fica claro que no que toca à política externa Obama não é tão diferente assim de Bush. O que, diga-se de passagem, é péssimo.