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Coisas de hoje ... e de todos os dias!

por Eduardo Louro, em 21.05.13

Não se percebe bem como, mas parece que é verdade: três anos depois, Portugal abandonou o clube da bancarrota.

A gente vê estas coisas e fica a achar que cada vez percebe menos disto...

O Presidente confirma a convocatória do Conselho de Estado oportunamente feita por  Marques Mendes, e anuncia que é para discutir o pós troika: agora já nem há que discutir. Foram sete horas de reunião - apenas duas para o Dr Soares que, naquela idade, tem de ir cedo para a cama - que, pela ausência de conclusões, deverão ter sido passadas a perceber como o Benfica perdeu o campeonato. Ou a arbitragem do jogo do Porto com o Paços ... 

A dívida não pára de subir, e a Alemanha empurra-nos com toda a força para os mercados - quer é ver-se livre de nós - onde iremos de bater de frente com taxas de juro insuportáveis, para que para eles sejam negativas. O défice é cada vez maior, o que significa mais dívida para cima da dívida. A recessão e o desemprego seguem em via verde, fazendo que mesmo a mesma dívida seja ainda mais dívida.

Mas já é uma dívida sem risco. Está bem: quase sem risco... Estamos ali ombro a ombro com o Iraque, um rival de peso, como se percebe...

 

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DÍVIDA, A MENINA DOS OLHOS

por joshua, em 20.01.11

A menina dos olhos socratista-socialista deve ser, nada mais nada menos, que estes €11 mil por minuto que Portugal tem de pagar só em juros ao estrangeiro, o que se traduz em €28,5 mil milhões em juros, dividendos e rendimentos. É obra! Domingo há uma maneira de caucionar estas contas em ordem, isto é, há uma forma de dar plena aprovação a tal belíssimo trabalho de finanças, bom governo e frugalidade do socialismo socratista hiperclientelar: votar nesse lado da barricada! Se gostam disto, votem que é serviço. Sim, votar em Alegre! Ai não é a Alegre nem aos que o apoiam que se vai agora imputar o descalabro presente e o descalabro futuro da dívida tumular que criaram ao País? É a quem, então?! A Cavaco?! Vá lá, porcalhões sorridentes de mão estendida pelo mundo, aos papéis com o défice, esmagando e esbulhando os portugueses porque é o mais fácil, vocês, aldrabões consumados, agora com terror da sublevação popular, bastão fácil, gatilho leve, algema lassa, limpem as mãos à parede! Enquanto milhões de cidadãos encurralados alombam com combustíveis exorbitantes cujos impostos sornas, abusivos, já estão a corrigir pifiamente a execução orçamental, há que votar nos mesmos, pois então! Abstenham-se de votar em Nobre, que parece incomodar muita gente, e depois queixem-se! É Hora!

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EPITÁFIO FRANCO-ALEMÃO

por joshua, em 08.01.11

... ao triste portugalinho desgovernado pelos socialistas socratistas politiqueiros e rapaces já está escrito e descrito. Está escrito e humilha. Humilha-nos e recorda-nos o logro de eleger por paixão e fixismo político de alheados e por isso mesmo corneados. Para os sorrateiros socialistas socratinos, a dívida pública nunca foi assunto ou, se o chegou a ser, logo se viu abafado então pelas Escutas a Belém como hoje pela oportunista e Nefanda Matéria do BPN. Mas também está de boa saúde a vontade de tal poder raso em se manter inalterável, surfando retórica viciada e duplos queixos absolutistas, mesmo com o Estado submetido a juros criminosos, proibitivos, condenatórios do presente e do futuro: há determinação em resistir ao leme, perseverar na desgraça. França e Alemanha a pressionar-nos. Sócrates a pressionar o Brasil, a pressionar a China, a pressionar a Líbia por respaldo. Pois, mas o epitáfio dos franceses-alemães ao nosso estado e ao nosso Estado é isto e é grave: «É melhor um final horroroso do que um horror sem fim? A França e a Alemanha decidiram-se aparentemente pela primeira alternativa como solução para Portugal e a sua crise: querem forçar o Estado a recolher-se, o mais cedo possível, ao abrigo de salvamento do euro. O país, financeiramente abalado, não conseguirá obter mais crédito no mercado de capitais, estimam especialistas de ambos os governos.» Spiegel Online

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ÉTICA RATOBLICANA

por joshua, em 03.10.10

O socialismo, quando no Governo, não consegue apenas surpreender-nos com laivos de tirania e tiques de partido único. Não. Consegue pôr em pantanas o Estado Social e assassinar a economia sem tirar o pé do regabofe despesista com o seu pessoal político. Guterres era um homem decente. Mas, tirando Guterres, é o fim da picada. Porque tudo se lhes admite. Toda a entorse aos factos brutos da economia. Toda a ocultação das contas reais. Toda a espécie de rasura à verdade, à honestidade, toda a espécie de omissões e falta de explicações. Não respeitam as pessoas. Não têm consideração pelos cidadãos. O Governo começa por se defender das próprias irresponsabilidades com a irracionalidade dos mercados. Afinal, havia um enorme buraco e é obrigado a enforcar a economia em 2011 para estancar o défice público. Com isto os mercados internacionais deixam de ser irracionais e o nível dos juros exigidos à dívida pública portuguesa decresce ligeiramente, apesar de continuar acima de 6%. A ética dos ratos é sempre fugitiva. Ora para trás, como Guterres. Ora para a frente, como Sócrates, mas excluindo sempre a decência, valor inteiramente desconhecido da Situação. O amor do Poder sobreleva qualquer outra coisa, o que explica em grande parte o ponto em que nos encontramos.

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Falta de vergonha

por João António, em 28.04.10

" O país precisa de fazer face a este ataque especulativo " - Francisco Assis

Não haverá ninguém que tenha coragem de perguntar a este senhor onde tem andado ele ? Será que ele ainda não tenha percebido que cada dia estão a enterrar mais e mais este país ?! Os socialistas agora pedem ajuda ao país e dizem que a culpa é da Europa ! Acabem com as obras megalómanas que querem fazer e depois então peçam a ajuda do país !

 

 

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