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Se me permitem,

por Daniel João Santos, em 27.05.12

gostaria de participar na discussão promovida no Aventar sobre o novo acordo ortográfico.

 

Mas um velho, de aspecto venerando,
Que ficava nas praias, entre a gente,
Postos em nós os olhos, meneando
Três vezes a cabeça, descontente,
A voz pesada um pouco alevantando,
Que nós no mar ouvimos claramente,
C'um saber só de experiências feito,
Tais palavras tirou do experto peito:
- "Ó glória de mandar! Ó vã cobiça
Desta vaidade, a quem chamamos Fama!
Ó fraudulento gosto, que se atiça
C'uma aura popular, que honra se chama!
Que castigo tamanho e que justiça
Fazes no peito vão que muito te ama!
Que mortes, que perigos, que tormentas,
Que crueldades neles experimentas!

Os Lusíadas, Canto IV, 94-97

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Serviço publico 2711

por Daniel João Santos, em 16.01.12

Para quem não votou, se faz favor: Blogues de ano 2011. Estamos em Actualidade politica (Colectivos).

 

Já que estão lá não se esqueçam do Andanças Medievais da nossa Cristina Torrão na secção História.

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O Farsola

por Daniel João Santos, em 09.05.11

 

Via Aventar

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Façam o favor de entrar

por Daniel João Santos, em 10.02.11

O António Almeida, Blogue Aventar, com quem já tive o prazer de jantar e discutir ideias, um abraço meu caro, considera que o proteccionismo é prejudicial à economia de mercado. Estamos de acordo. Também eu defendo a livre circulação, livre comércio, livre concorrência, sem Estado a interferir e nem no papel de regulador. Sim, é que regular significa interferir na livre concorrência.

 

Estou convencido, mais do que nunca, que isso de proteger os produtos nacionais, incentivando a qualidade, incentivando a produção e taxando produtos como os chineses que entram ai ao pontapé, apenas deve ser praticado por potencias subdesenvolvidas como é o caso dos Estados Unidos.

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O 2711 está solidário

por Daniel João Santos, em 13.10.10

 

Sábado, pelas 16 horas, na cidade do Porto (local a designar),  o Aventar vai promover o  BANCO ALIMENTAR PARLAMENTO, destinado à recolha de alimentos para o deputado socialista Ricardo Gonçalves. O deputado confessou  recentemente que o dinheiro não lhe chegava para comer. Obviamente que o 2711 está e estará sempre solidário com causas como esta.

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A (in)ventar

por Daniel João Santos, em 06.10.10

Ponto prévio: Não sou Monárquico, não me identifico com esta Republica.

 

«"Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos".

É tão simples como isto. Apenas em 1910 as crianças portuguesas alcançaram este direito natural. Contra os herdeiros de tronos, herdados da violência e da jurisprudência divina, de uma monarquia que, já agora, nunca foi referendada. Contra os privilegiados  que durante séculos nos governaram por direito de nascença.

Este puto é apenas mais um puto português (fotografia do filho de D Duarte Pio). Valerá pelo que fizer da sua vida, o que não será fácil com o ridículo nome que lhe deram. Foi para isso que se fez o 5 de Outubro. Faltava muito para a democracia, mas este passo era fundamental. O resto é conversa de treta.» - João José Cardoso - Aventar

 

Algumas observações:

 

- Presumo o João José Cardoso já tenha vivido numa Monarquia Constitucional para dizer assim preto no branco que a Republica é um melhor regime.

 

- Se a Monarquia nunca foi referendada, a Republica muito menos.

 

- A observação sobre o nome é que é ridícula. As pessoas são mais que um nome, tipo João José, são seres que merecem respeito, sem a olhar a cores, religião, orientações e nomes. Ou seja, o caro João está em contradição com a frase que citou sobre a igualdade.


- Valerá pelo que fizer na vida. Tem razão. Como sabemos nesta Republica os melhores são os que têm poder e dirigem o país, não são os "amigalhaços", sobrinho, tios, compadres e afins... pois.

 

- Depois, como sabemos, a revolução trouxe de imediato a tão desejada igualdade, como foi a perseguição à Igreja, censura de jornais, retirada da cidadania a pessoas que tinham origens estrangeiras e outras "igualdades".

 

- Gostaria de saber desde quando é que todos tem as mesmas oportunidades de fazerem algo mais que pagar impostos?

 

- Por fim. Está bem que se defenda a Republica, mas convinha discutir as coisas conhecendo o limite do ridículo.

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