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gostaria de participar na discussão promovida no Aventar sobre o novo acordo ortográfico.
Para quem não votou, se faz favor: Blogues de ano 2011. Estamos em Actualidade politica (Colectivos).
Já que estão lá não se esqueçam do Andanças Medievais da nossa Cristina Torrão na secção História.
O António Almeida, Blogue Aventar, com quem já tive o prazer de jantar e discutir ideias, um abraço meu caro, considera que o proteccionismo é prejudicial à economia de mercado. Estamos de acordo. Também eu defendo a livre circulação, livre comércio, livre concorrência, sem Estado a interferir e nem no papel de regulador. Sim, é que regular significa interferir na livre concorrência.
Estou convencido, mais do que nunca, que isso de proteger os produtos nacionais, incentivando a qualidade, incentivando a produção e taxando produtos como os chineses que entram ai ao pontapé, apenas deve ser praticado por potencias subdesenvolvidas como é o caso dos Estados Unidos.
Sábado, pelas 16 horas, na cidade do Porto (local a designar), o Aventar vai promover o BANCO ALIMENTAR PARLAMENTO, destinado à recolha de alimentos para o deputado socialista Ricardo Gonçalves. O deputado confessou recentemente que o dinheiro não lhe chegava para comer. Obviamente que o 2711 está e estará sempre solidário com causas como esta.
Ponto prévio: Não sou Monárquico, não me identifico com esta Republica.
«"Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos".
Algumas observações:
- Presumo o João José Cardoso já tenha vivido numa Monarquia Constitucional para dizer assim preto no branco que a Republica é um melhor regime.
- Se a Monarquia nunca foi referendada, a Republica muito menos.
- A observação sobre o nome é que é ridícula. As pessoas são mais que um nome, tipo João José, são seres que merecem respeito, sem a olhar a cores, religião, orientações e nomes. Ou seja, o caro João está em contradição com a frase que citou sobre a igualdade.
- Valerá pelo que fizer na vida. Tem razão. Como sabemos nesta Republica os melhores são os que têm poder e dirigem o país, não são os "amigalhaços", sobrinho, tios, compadres e afins... pois.
- Depois, como sabemos, a revolução trouxe de imediato a tão desejada igualdade, como foi a perseguição à Igreja, censura de jornais, retirada da cidadania a pessoas que tinham origens estrangeiras e outras "igualdades".
- Gostaria de saber desde quando é que todos tem as mesmas oportunidades de fazerem algo mais que pagar impostos?
- Por fim. Está bem que se defenda a Republica, mas convinha discutir as coisas conhecendo o limite do ridículo.