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A isenção de Camilo

por manuel gouveia, em 26.08.13

Camilo Lourenço escreveu um "In memoriam" a António Borges. É um tributo de boçalidade e arrogância. Logo no primeiro parágrafo já se refere a si próprio. António Borges nem um parágrafo lhe mereceu!

 

No terceiro parágrafo já publicita o seu livro; o mesmo que foi a correr oferecer a Passos Coelho. E por aí fora, temos Camilo, as perguntas que lhe faziam e o que ele pensava em relação ao seu homenageado. Camilo e mais Camilo.

 

Nunca gostei de António Borges, acho que o país ficou melhor sem o ter a influenciar as decisões do governo. Mas, nem António Borges merecia um escarro desta magnitude. Um escarro que pode ser tudo, menos inocente. Camilo sabe o que faz, promove-se. E tudo lhe serve para isso.

 

Obrigado Camilo por não teres a noção daquilo que és.

 

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Reformar o sistema

por Daniel João Santos, em 09.02.13

 É preciso mesmo reformar o sistema em que vivemos, mas não o sistema que António Borges quer reformar. Temos de reformar um sistema que dá tempo de antena a pessoas, como é o caso de Borges, que há muito tempo perderam o contacto com a realidade. É preciso reformar o sistema e fazer regressar o Estado Social. Portugal começa a ficar demasiado frio e cada vez mais governado por tecnocratas que olham para tudo através de números e gráficos.

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Um insulto de encomenda

por Daniel João Santos, em 29.09.12

Existem aqueles, normalmente uns idiotas, que dão a cara pelo chefe e que não têm ideias próprias. No caso concreto, servindo de exemplo máximo, António Borges é uma dessas personagens. Depois de ter testado a história da RTP, uma idiotice escrita pelo executivo, surge agora a fazer o vez trabalho sujo do chefe:

 

“Que a medida é extremamente inteligente, acho que é. Que os empresários que se apresentaram contra a medida são completamente ignorantes, não passariam do primeiro ano do meu curso na faculdade, isso não tenham dúvidas”, António Borges.

 

Passos Coelho não o pode fazer -insultar todos o que criticaram a TSU- por isso o papagaio de serviço do regime mostra mais uma vez as penas. Depois da manifestação de 15 de Setembro, depois desta que está acontecer, depois da queda da subida da TSU, depois dos maus resultados do défice, depois de um desemprego cavalgante, depois de um falhanço total nas políticas de austeridade e outras, este insulto é um sinal de desespero.

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