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Somos uma país de ajustes directos a tudo e a todos.
Desde a Galp a Angola, passando por obras adjudicadas a correr, terminando no pior de tudo, fazemos ajustes directos a políticos.
Adjudicámos a governação do país, das autarquias, das nossas ruas, a políticos sorridentes.
Tudo feito apenas pelas lembranças que recebemos, pela palmadinha nas costas, pela promessa fácil.
Temos, a meu ver, feito sempre maus negócios, nunca tirámos lucro disso. Não recebemos em troca dessas adjudicações o lucro do desenvolvimento, da boa governação, da qualidade.
Continuamos 35 anos depois a adjudicar este país a incompetentes e a pequenos ditadores de bolso, sem pedir contas pela "obra feita".