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Quarta-feira visitei a Feira do Livro do Porto. Gosto de feiras do livro. Percorrer todos aqueles expositores na procura do livros certo. Não sei o que é o livro certo. Na realidade só descubro qual é quando tropeço nele. Este ano faltou ali qualquer coisa. Faltou ali o escritor aqui da loja, o António Ganhão. Faltou a cerveja na esplanada enquanto trocávamos ideias sobre a dita feira e discutiamos editores, edições e afins. Faltou encontrar a nossa Cristina Torrão para os dois dedos de conversa prometidos. Faltou também encontrar o livro certo.
Dakar continua1 mais seguro do que as estradas portuguesas.
Pelos vistos não será pela presença policial ou pela repressão que vamos alterar o panorama da sinistralidade rodoviária em Portugal. Precisamos de alterar as mentalidades, voltar a sentar os portugueses nos bancos da escola e fazê-los aprender um pouco sobre cordialidade e respeito pelos outros. (E o Estado ainda podia cobrar o imposto sobre esse formação, tipo inspecção dos veículos).
A propósito, tem a sinistralidade rodoviária diminuído por acção dessas inspecções periódicas?
(1) Uma morte é sempre algo de lamentar, infelizmente o Dakar ceifou mais uma vida no seu primeiro dia de provas.
O município de Almada garantiu hoje que vai entrar em 2012 com “saldo positivo e sem qualquer dívida vencida a fornecedores e/ou empreiteiros”, sublinhando que considera tratar-se de um “caso inédito no país”.
Porque nem tudo pode ser mau, o meu primeiro post de 2012 é de um caso de sucesso. Que 2012, como diz o meu amigo poeta José Luís Outono, nos seja uma febre benéfica.
Bom 2012, leve, leve...
Apesar da aspereza esperada, desejo-vos que 2012 vos seja suave e tão amarelo quanto possível. Temos de retirar da nossas gastronomia os peixes frios do norte e mudar para uma gastronomia mais ricas, mais inusitadas e coloridas.
E não deixem de ser felizes.
Não sei, mas o governo está reunido para preparar a ementa para 2012. Estou com a sensação que o prato principal será a sopa... dos pobres.