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Impõe-se com urgência uma greve do cú

por anonimodenome, em 01.10.12
Era uma vez um corpo em litígio. A cabeça queria tomar posse de tudo porque lhe cabia a difícil tarefa de tomar decisões. As pernas achavam-se mais importantes porque sem elas o corpo não saía da cepa torta. E quem não reconhece a extrema habilidade das mãos? Até a boca deitou sentença: eu falo ! eu como ! Se querem comida têm de pedir a mim e estou farto de comer para dar aos outros. O fígado lembrou : eu sou o banco ! Se querem energia têm de me dar o poder.
Calaram-se todos alguns dias depois de o cú ter entrado em greve.
Esta é uma história antiga que a mãe contou.

Hoje temos um corpo (sociedade) que está a morrer porque o fígado (os bancos) está canceroso e cresce desmesuradamente arrastando o organismo para a falência.

Impõe-se com urgência uma greve do cú.

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A perda de soberania nunca esteve tão perto...

por Nuno Raimundo, em 25.06.12

Se os países atualmente ou num futuro não tão longínquo como isso perderem a sua soberania, apenas podem agradecer a "eles" próprios e aos seus  políticos e gestores. Pois somente eles contribuiram para a situação económico-financeira que atualmente se vive.

Ou seja, começaram a perder a sua soberania com Comunidades, Federações, Uniões e mais contemporâneamente, com a Troika .

Já poucas bandeiras restam... Moedas quase únicas... Já só falta o dono ser o mesmo...

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O Instituto Nacional de Estatística publicou o relatório "Orçamentos Familiares - Inquérito às Despesas da Família - 2010 / 2011". 

Ficamos a saber que as famílias com crianças gastam em média 26775 euros, enquanto as famílias sem crianças gastam 16705 euros por ano.

Calcula o INE que o o rendimento líquido anual médio por agregado familiar em 2009 era de 23 811€, ou seja, uma média de cerca de 1 984€ mensais. Antes de me começar a rir, ainda tive tempo de verificar que no Alentejo se regista o rendimento médio por agregado mais baixo, com 20 643€ anuais, ou seja, 86,7% do valor nacional.

Voltando às maravilhas da economia familiar, verifico que os gastos per capita e por adulto só foram calculados para famílias com uma criança e com 2 ou mais crianças. Eu sei que dava um bocadinho de trabalho fazer os cálculos todos, mas se os senhores responsáveis pelo estudo tiverem disponibilidade, não me importo de lhes explicar tintim por tintim em que é que 2 crianças é diferente de mais crianças. Agora na época de preparação do início do ano escolar era mesmo boa altura, mas também dá para fazer a demonstração quanto se começam a pôr pacotes de leite no carrinho do supermercado, quando se tenta ir de férias e verificamos que as promoções são feitas a pensar em quem tem só dois filhos, quando vamos comprar roupa ou sapatos porque os do ano passado já deixaram de servir, etc. Qualquer dia é bom, na verdade. Apareçam!


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Esta economia mundial não dá tréguas

por Ana Lima, em 27.02.12

Nem a China se salva? Espero que pensem ao menos nos investimentos no estrangeiro, sobretudo num certo país europeu, com muito sol mas que precisa de luz à noite...

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Inferiores, preguiçosos e piegas.

por Renato Seara, em 21.02.12
Vivemos tempos complexos. Tal como num passado que se pensava distante e enterrado, alguns povos Europeus, voltam a procurar dominar e humilhar outros que julgam inferiores. Em apenas um ano, lideranças miseráveis arruinaram um conceito e uma união entre povos surgida das ruínas e do sangue derramado de uma frustrada tentativa de domínio do espaço europeu por parte de um único povo. 
 
Com o beneplácito de meios de comunicação miseráveis, cada vez mais dependentes do poder económico, procura ser imposta a "lei da inevitabilidade" a esses povos rotulados de inferiores, preguiçosos e piegas. Esses piegas, preguiçosos e inferiores do sul europeu, se de facto foram irresponsáveis endividando-se em demasia, não foram mais, do que aqueles que apresentado-se como exemplares,  enquanto credores originaram e potenciaram essa irresponsabilidade. 
 
Infelizmente, de há um ano para cá, o foco incide sobre o devedor. O devedor, trata-se acima de tudo de uma classe média, que tendo tido acesso a créditos a taxas de juro artificialmente baixas, procurou melhorar as suas condições de vida, tendo acesso a bens até aí inimagináveis. Se há aqui uma clara irresponsabilidade, até que ponto essa será maior que a de quem sabendo da artificialidade desse poder de compra, lhes concedeu o mesmo? Até quando iremos continuar a exclusivamente apontar o dedo a quem foi "aliciado", ignorando a responsabilidade de quem os "aliciou"? 

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Esforcei-me

por Zélia Parreira, em 12.01.12

Mas não consegui concentrar-me na informação. Não sei se foi o ar maravilhado do "Álvaro" ou a repetição excessiva da expressão "frango de churrasco". Não percebi nada do que ele disse, desconcentrei-me.

Este senhor (o Álvaro) vive cá em Portugal, ou vem cá só de visita? Tem um ar tão feliz, como se estivesse tão orgulhoso do seu trabalho e do que já conseguiu fazer... O que é que ele já fez?

Enfim, a notícia do jornal diz que ele sugeriu a abertura de um franchising de pastéis de nata. Se é essa a intenção, sugiro a receita da Pastelaria Amorosa, aqui na minha terra. São os melhores que já comi. Uma vez que o pastel de nata vai ser a salvação da nação, ao menos que seja de qualidade.

Nota: Ele estava a falar dos bolos ou daquele programa que dava na rtp2?

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Já dizia o ditado

por Daniel João Santos, em 24.09.11

"Encaramos a crise como uma oportunidade para a adaptação do nosso modelo económico e para o fortalecimento da economia portuguesa", Pedro Passos Coelho.

 

Resumindo: Tudo o que arde cura.

 

Estranhamente está a arder bastante e não estou a ver a cura.

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O preço das novas gerações

por Daniel João Santos, em 07.09.11

Vivemos numa era onde a economia fala mais que qualquer outra coisa. Hoje, num esclarecedor momento sobre quem nos governa, ficámos a saber que um filho de um trabalhador em Portugal vale 12 euros.

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Uma questão de prioridades

por Daniel João Santos, em 27.08.11

A dívida do Estado às empresas de construção já ultrapassa os 1,3 mil milhões de euros. Tem toda a lógica que assim seja. Como todos sabemos as empresas de construção não dão empregos e nem dinamizam a economia, como acontece com o BPN.

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Perder agora para ganhar depois

por Ana Lima, em 24.08.11

Esta visão a médio/longo prazo está normalmente arredada dos habitantes de aquém Pirinéus. Não deixam de ser interessantes e pouco comuns estas notícias. Mas desenganem-se os que pensam que é agora que os ricos vão começar a pagar a crise. Eles só emprestam. A juros altos. 

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