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Um não... e depois vê-se....

por Daniel João Santos, em 14.10.09

Manuela Ferreira Leite recusou o convite para uma coligação com o PS. Foi coerente com tudo o que afirmou.

 

Falta agora saber se o CDS vai receber igual convite. Se receber e recusar, teremos um novo governo minoritário na Assembleia da Republica...

 

Teremos até MFL ser removida da liderança do PSD.

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Coluna de Opinião

por 2711, em 02.10.09

(Texto de opinião da inteira responsabilidade do autor convidado)

 

Manuela Ferreira Leite perdeu porque quis

 

O PSD perdeu as eleições porque a líder as quis perder. Manuela Ferreira Leite na realidade não desejava ganhar. Várias vezes deu isso a entender, não só pela forma como se comportava, mas também pela maneira pouco convicta com que falava.

Há para isto uma explicação: estratégia a longo prazo.

A líder do PSD sabe o difícil que é neste momento governar o país. Deixar o PS ganhar, só trará vantagens ao PSD. Mais uns anos de crise, aliados com a tradicional incompetência de José Sócrates, desgastarão ainda mais os socialistas. O tempo que o PSD precisa para poder governar em circunstâncias melhores que as actuais.

Para não correr o risco de ganhar, MFL fez asneiras clamorosas, deu tiros no pé, e seguiu uma estratégia que encaixou no estilo habitual do PS, deixando-o tirar vantagem numa área em que é perito: a propaganda.

A máquina socialista, assente em anos e anos de política espectáculo, de anúncios e de soundbites, não teve dificuldade em vencer uma campanha laranja, apagada e sem energia. Desta forma, o PS ultrapassou facilmente os "casos" que surgiram, ampliou os defeitos do adversário e abafou os seus. Conseguindo com isso, passar uma campanha inteira sem nunca discutir os verdadeiros problemas e as medidas que pretende implementar para os resolver.

Só assim se explica como é que um governo mau e um primeiro-ministro pouco recomendável, ganhem tão facilmente umas eleições.

 

Levy - Colaboração para o 2711

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Para ajudar na reflexão de amanhã

por Daniel João Santos, em 25.09.09

""Nelita dá-me a tua camisola."

 

Frase num cartaz exibido no meio da multidão, apoiantes e afins, no comício do PSD.

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Ciclone social-democrata

por x, em 24.09.09

'Ninguém pára a Manela' - grita a JSD...

 

 

 

...excepto Menezes, Rio, e Coelho e embora de outro modo, Negro, Loureiro e Oliveira e Costa. Cavaco também, pois.

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A lama, o erro e a vitima

por Daniel João Santos, em 22.09.09

A remoção de Lima de assessor de Cavaco Silva, contrariamente ao que Manuela Ferreira Leite afirma, sem duvida prejudica a campanha do PSD. Pelo menos será aquilo que parece há primeira vista.

 

Temos de considerar que existiu um cavalgar em cima da noticia das escutas, talvez não descaradamente, mas foi um claro ataque ao governo e a Sócrates.

 

Cavaco removeu o senhor Lima, não apagou o incêndio nem calou os críticos. Manuela Ferreira Leite tenta se distanciar da lama para evitar a sujidade, mas aos olhos do cidadão dificilmente sairá limpa.

 

O PR, o PSD e mais algumas vozes, fizeram de Sócrates uma vitima, grande erro.

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Orgulhosamente estupidos

por Daniel João Santos, em 15.09.09

Será necessário saber se receber 17% de financiamento europeu é argumento fundamental.

 

Mais do que se discutir ideias do “orgulhosamente sozinhos” e afins, seria necessário avaliar se estamos perante um endividamento cego, ou algo que possa ser sustentado pelo nosso frágil sistema económico.Tudo isto não tem nada a ver com o recuperar ou não os fundos.

 

A pré-campanha foi muito mais interessante que estas arruadas.

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O combate final

por Daniel João Santos, em 12.09.09

Logo vamos ter a luta das lutas. Os gladiadores confrontam-se na arena televisiva. O povo senta-se para observar os salvadores de Portugal.

 

Está tudo pronto, a grande decisão está a chegar...

 

Que grande exagero, não?

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A ordem francesa

por Daniel João Santos, em 10.09.09

Cada vez se fala mais de esquerda e direita. Sócrates até dá ênfase ao assunto, transformando as próximas eleições numa luta entre ele, que se segundo o próprio é de esquerda, versus Ferreira Leite, que me parece ser de direita.

 

Tanto na blogosfera como no Twitter, parece que primeiro temos de colocar a etiqueta e depois é que podemos partir para a discussão dos temas.

 

Cada tema é logo transformado em lutas de esquerdas e direitas. Cavaco veta o diploma das uniões de facto, pessoalmente concordo em alguns aspectos, é logo acusado de conservador pela esquerda e apoiado pela direita.

 

Os pilotos da TAP estão em greve, logo a direita, pelo menos a que eu li, os classifica como gente que não vê a empresa no seu todo, que fazem greve encostada ao fim-de-semana, do outro lado a esquerda, que fala dos trabalhadores e das suas pretensões.

 

Obama quer ajudar 47 milhões de americanos que não tem acesso a seguros de saúde e logo a direita o classifica como perigoso, burro e que quer conspurcar os EUA com o socialismo. A esquerda, embora ainda desconfiada, tece os primeiros elogios.

 

Estou com um problema. Sim, eu não me posiciono em nenhum dos lados. Sou uma mistura de influências e tento tirar o melhor de todos os lados.  Quer dizer, o que eu acho que é melhor.

 

Se calhar é por isso que eu me sinto bem aqui no 2711, não seguimos todos pelo mesmo caminho, temos da esquerda até à direita, passando por monárquicos, uma ala “diz que disse”, até um movimento de solidariedade ao Gestor oprimido, para além de algumas alas que eu nem sei que temos.

 

Entretanto, vou andando que tenho de ir ali me render aos franceses, que já estão a olhar para mim com cara de poucos amigos.

 

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Fui insultado por Jardim, que prestigio.

por Daniel João Santos, em 07.09.09

 

Sim, é que a mim interessa-me ver até onde vai a promiscuidade entre diferentes sectores. Onde acaba a campanha e começa o passeio de observação. Onde acaba a vergonha e começa a bandalheira.

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Querem mais ar puro que este?

por Daniel João Santos, em 07.09.09

Esta boleia de 500 metros num automóvel oficial do Governo Regional da Madeira, gentilmente oferecida por Alberto João Jardim, tem um relevância maior do que se imagina.

 

Foi uma prova significativa sobre a não existência de asfixia democrática na Madeira, conforma MFL afirmou.

 

Sim, a cidadã Manuela Ferreira Leite pode andar livremente numa viatura do governo da Madeira. Melhor ainda, segundo passou na Antena 1, a viatura que anda agora é particular, mas o motorista é funcionário do governo regional.

 

Querem mais ar puro que este?

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