Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]
Mas alguém ainda está convencido que este tipo de processos dão alguma coisa?
Neste país ninguém quer provar que é inocente.
De acordo com os princípios da polivalência e da flexibilidade porque não dar, aos jornalistas da SIC, a hipótese de, entre uma ou outra pergunta, procederem à entrega de notificações?
Sim, tenham calma que a isaltinação da justiça chegará em breve.
Será que o Vale e Azevedo conhece algum apartamento vago em Londres?
Estou convencido que estamos perante uma embirração com Isaltino Morais. Depois da detenção, que durou umas longas 24 horas, agora implicam com três parcerias público-privadas (PPP) criadas pela Câmara de Oeiras. Aguardemos que tudo termine na isaltinação do processo.
Pelo menos por uma vez temos uma clara divisão entre a religião e a justiça.
Acho bem que a afronta a Isaltino seja reparada com o prescrever dos crimes aos quais foi acusado. Assim é que é, tudo regressa ao normal.
João Loureiro condenado a dois anos de prisão, com pena suspensa.
Justiça teria sido se o Tribunal o tivesse proibido de cantar.
Fuel ao circo mediático nacional, cuja propensão para o efémero e alguidaresco é já proverbial, Renato Seabra será o protagonista perfeito, ainda para mais abroad, quem sabe em passes de charme, quem sabe em pose sob flashes, acabrunhado, mas proporcionando a very exquisite assunto. Após o estupor da escabrosa notícia inicial, que reverberou, por algum tempo, numa fartura de proventos aos tablóides, haja agora a justa complacência para com os mesmos abutres da indiscrição e da indecência dos factos e das versões. Absoltos estão todos os que, como eu, se movam por estrita compaixão e aquela necessidade de compreender, comum ao cirurgião e ao asceta, qual a estrema entre o mais demoníaco acto de amor [Há quem implore para ser morto!] e a mais angelical monstruosidade [Há quem aquiesça em matar!]. Mesmo que o meu amigo Manuel Gouveia insista que não, eis-nos absoltos.
Neste país as pessoas não querem provar que são inocentes. Sim, neste país as pessoas querem é anular as provas que os podem condenar.