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A pergunta que se impõe fazer

por Daniel João Santos, em 08.07.12

Será que para Passos e companhia, o patriotismo é comer e calar?

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Greve

por Daniel João Santos, em 16.02.12

Todos temos direito à indignação. Uma das formas de demonstrar essa indignação é através da Greve, que é uma forma de luta perfeitamente legitima. Acredito eu que  a utilização dessa "arma" deve ser feita com cuidado e nos momentos certos. Só em momentos certos poderá abranger o máximo de trabalhadores possível. A CGTP convocou mais uma greve. O problema é que esta greve, somada a tantas outras parciais, pode dar a ideia de vulgarização...

 

Continuação, após o jogo do Porto.

 

No entanto, temos de acreditar que bater, bater e tornar a bater, mostre a quem de direito que o cidadão não pode continuar a ser massacrado e que não adormeceu. Em outros países e por muito menos, a revolta foi ou está ser praticamente uma revolução.

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Greve

por Daniel João Santos, em 02.02.12

Ainda não li o que se escreve por ai sobre a greve, mas imagino. O governo, pela voz do iluminado secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, já avançou nas primeiras ideias sobre o assunto. Como ele, infelizmente, muitos vão seguir a mesma ideia. Seja como for, concordado-se ou não com os motivos da greve, todos temos direito ao protesto e à indignação, no caso pela greve.

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Greves,grevistas e outros tais...

por Nuno Raimundo, em 25.11.11
Quero que os meus Amigos e Amigas, independentemente de concordarem ou não com as greves, uma coisa podem ter em mente.
Quem a faz é duplamente prejudicado. Prejudicado porque perde um dia de salário que tanta falta faz nos dias de hoje, bem como hipoteca a sua carreira, porque geralmente quem luta pelos seus direitos e deveres , nunca fica bem visto. Por isso quem faz greve , não a faz de livre nem com boa vontade. Fa-la porque sente que é a última forma de lutar. Nunca se podem esquecer disso.
Se hoje em dia vivemos como vivemos, ou temos os direitos sociais que temos, são a consequencia das lutas de outrora. Nada foi dado aos trabalhadores de "borla", o que hoje têm e usufruem em matéria legislativa e condições de trabalho, foi feito através da luta e suor de gerações anteriores. O Patronato não dá nada de "borla". Para se ter algo, se teve de prescindir de outra coisa.
Com isto concluo o raciocinio, fazer uma greve, não é o mesmo que fazer um "walk in a park". Todos saiem prejudicados! 
Mas, tanto direito tem aquele que a faz, como aquele que não a quer fazer. 
A Liberdade é isso mesmo. O único senão, é que quem não faz greve, tb irá obter os mesmos ganhos que os outros, sem as percas que eles tiveram.
 Mas estão no direito de não a fazer e ninguém os pode criticar por isso nem os pode contrariar. Eu defendo o direito à greve, não a obrigação de a fazer. Cada um é dono da sua consciencia.

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A primeira coisa que me veio à cabeça quando li esta notícia (para mais detalhes consultar o artigo 65.º do Decreto-Lei n.º 51/2011 de 11 de Abril) foram aqueles versos de uma canção do Sérgio Godinho que diz: "os funerais estão por um preço do outro mundo, dá para desistir de ser um moribundo". Aqui a versão será mais: os regulamentos são de tal maneira complexos que dá para desistir de ser um grevista de fome. Será porventura essa a intenção do legislador.

O nosso país, conhecido pela intensa produção legislativa apresenta, no entanto, o outro lado da moeda: a falta de fiscalização. Ora, neste caso, pelo menos, parece que até essa vertente está assegurada. Confinados a um estabelecimento prisional os grevistas não terão grandes hipóteses de não cumprir as regras.

Nos estabelecimentos prisionais passarão agora a certificar-se que nenhum preso começa uma greve de fome sem cumprir todos os requisitos. 

E se isso acontecer há que saber lidar com o assunto. Para tal estão em preparação acções de formação específicas no final das quais os guardas prisionais devem, por exemplo, saber na íntegra o texto do "Joana come a papa" e  utilizar na entoação correcta a expressão: "olha o aviãozinho..."

Para evitar a complexidade deste processo o melhor é quem esteja a pensar no assunto começar já a greve. É que o Regulamento só entra em vigor daqui a dois meses.

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Como eu andava enganado

por Daniel João Santos, em 08.11.10

Manuel Alegre considera muito importante a greve geral, não apenas como manifestação da liberdade de expressão e do direito de protesto, mas como alerta à sociedade e como um factor capaz de criar uma dinâmica nova, social, que abra o caminho à mudança e que abra o caminho à procura de novas soluções e de alternativas sociais.

 

Um alerta à sociedade?

 

E eu a julgar que a greve era com claro protesto contra o actual governo e a sua politica.

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Já que tem de ser

por Daniel João Santos, em 20.10.10

Se realmente a maioria quer Portugal como Republica, se todos festejam o seu centenário, se todos são Republicanos, ao menos aprendam com as outras Republicas.

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Um povo de gatas

por Daniel João Santos, em 19.10.10

Enquanto uns fazem greves, protestam, paralisam o país, fazem ouvir a sua voz, outros fazem filas nas nacionais e nos postos da Via Verde para comprar os dispositivos de pagamento.

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Por onde começar a luta

por Daniel João Santos, em 11.10.10

Para alguns, felizmente não muitos, a luta contra governo começa primeiro numa luta dentro da própria luta.

 

"Se não tenho dúvidas que a direcção da UGT tudo fará para cumprir o seu papel histórico de boicotar a luta dos trabalhadores e prejudicar o carácter reivindicativo da greve geral (...)" - Tiago Mota Saraiva, 5 dias

 

Haja paciência para tanta cegueira politica.

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Não me parece

por Daniel João Santos, em 28.03.10

Não me parece que a greve dos enfermeiros venha ter grande impacto nacional. Terá porventura alguns efeitos ao nível dos hospitais, mas no caso dos Centros de Saúde a greve será irrelevante. Sim, já não existem Centros de Saúde suficientes para que a paralisação venha a afectar a normalidade do cidadão. Não vai ser diferente para todos aqueles sem médico de família, que esperam horas na fila e têm de marcar uma consulta meses de antecedência.

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