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Uma representação gráfica...

por Ana Lima, em 15.04.13

... que é um verdadeiro buraco negro.

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Políticos inspiradores

por Ana Lima, em 17.04.11

Ao contrário dos portugueses que, num programa de televisão recente, elegeram Salazar como o maior português de sempre, ou algo assim, os canadianos escolheram, num programa do mesmo formato, um homem que continua a ser, ainda hoje, um caso exemplar de político preocupado, de facto, em melhorar a vida dos cidadãos do seu país. 

Chamava-se Thomas Clement Douglas e viveu entre 1904 e 1986. Era socialista ou social democrata , como lhe queiram chamar, e para além de trabalhar no sentido de ir mudando, no dia a dia, com a sua atitude, a vida de muitos, não esperando sentado a revolução de que falavam Marx e  Lenine; tinha o dom de conseguir exprimir, com o seu discurso, aquilo em que acreditava e de tornar claras as suas ideias utilizando, caso necessário, imagens e alegorias que dispensavam explicações adicionais.

Este que aqui deixo é o seu discurso mais conhecido. Baseado numa história contada por um colega de partido, a forma como a apresentava ainda hoje faz muito sentido.

Apesar da animação um pouco irritante optei por este vídeo por ter legendas em castelhano. Podem ainda ler o texto aqui.

 

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Sporting Clube da Russia

por Daniel João Santos, em 15.03.11

Bruno de Carvalho, um dos candidatos a presidente do Sporting, apresentou as três personagens que vão constituir o fundo de 50 milhões:

 

- Tiagatchov, que já foi presidente do Comité Olímpico da Rússia e é actualmente senador do Conselho da Federação Russa.

- Alexandre Nazarov, antigo governador de uma província russa.

- Yuri Pachechin, director da empresa Sproi Tsentr.

 

Na Antena 1, o jornalista de serviço perguntava ao repórter na Rússia se os três senhores eram figuras credíveis.

Resposta: "Eu diria que são pessoas poderosas e muito influentes."

 

Para bom entendedor, meia palavra basta.

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O sistema, sempre o sistema

por Daniel João Santos, em 16.02.11

Como sempre, em Portugal, a culpa é do pobre do sistema informático. A culpa é sempre abstracta, nunca tem um rosto ou um nome.

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As lapas

por Daniel João Santos, em 28.01.11

Em Portugal as pessoas perpetuam-se no poder. Podem ir trocando de lugar, hoje deputado, amanhã Ministro, depois de amanhã administrador de uma grande empresa, mas vivem pelo poder e alguns presentes. Atenção que falo de presentes simpáticos, pequenas lembranças que se oferecem a quem merece o respeito e amizade, conforme disse Catroga. Se Catroga disse eu acredito.

 

O caso de Gilberto Madaíl é um pouco diferente. Para além do poder, para além de este poder lhe dar lugar na FIFA, Madaíl, ao anunciar a recandidatura, perdeu a total noção da realidade. Espero que alguém o avise de que o tempo dele acabou em 2004 e que está mais que na altura de remover as lapas do Federação. Diga-se que estão tão coladas que algumas já faleceram e ninguém as avisou.

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ESCÂNDALO QUE É ESCÂNDALO

por joshua, em 27.01.11

Na linha da frente nas energias renováveis, avançado nos casamentos híbridos e quiméricos e na sanha frentista tecnológica, o País teve, apesar de tudo isso, no passado dia 23 de Janeiro, um desempenho organizativo do sufrágio presidencial rente ao que de pior o Biafra é capaz, fruto de sonsa negligência e incúria ostensiva. Por que é que os socialistas-socratistas não coram de vergonha enquanto limpam as mãos à parede?! Então só o pobre do director-geral da Administração Interna, Paulo Machado, e o coitado do director da Administração Eleitoral, Jorge Miguéis, apresentam pedidos de demissão?! Eles, que cumpriram o seu dever e em bom tempo alertaram para os riscos e insuficiências do cartão de eleitor?! Há sempre a sonsice da responsabilidade técnica, mas ninguém no oásis rosa é capaz de responsabilidade política?! Que vergonha a sonsice de só pedir desculpas! Que vergonha anunciar a negaça sonsa de mais um inquérito! O mal está feito e ninguém os tem para gritar o que se impõe: fraude!

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No país do Magalhães

por Daniel João Santos, em 27.01.11

Para se evitar problemas como o caso do Cartão de Cidadão, no passado Domingo, muitos não conseguiram votar, está na altura do país do Magalhães, nas energias renováveis, das viaturas eléctricas e do simplex, avançar para a votação electrónica.


Países como o Brasil levam computadores para a selva para que a população vote, porque razão Portugal, minúsculo ao nosso país irmão, não avança para a simplificação de um sistema de votação arcaico?

 

Para além da simplificação, a votação electrónica permitiria que o cidadão pudesse votar em qualquer local de voto longe da sua área de residência, contando esse voto para a Junta onde está recenseado. Seria uma forma de combater a abstenção, principalmente se a data da votação coincidisse com férias ou feriados/pontes.

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Humor em vias de desenvolvimento

por Ana Lima, em 30.07.10

O Brasil, considerado por muitos economistas como país com grande potencial de desenvolvimento (faz parte dos "países BRIC" em conjunto com a Rússia, a Índia e a China),  tem-se vindo a afirmar como um dos países que mais tem crescido em termos económicos. Também a outros níveis, como na saúde e na educação, se tem verificado uma alteração visível no sentido de abranger um número crescente de brasileiros que se encontravam afastados destes sistemas. Uma das áreas onde mais problemas continuam a ser sentidos é na Justiça. Lento e ineficaz são as características mais apontadas ao sistema judicial. Na área eleitoral existem órgãos específicos que zelam pela uniformidade das decisões. O mais importante desses órgãos é o Tribunal Superior Eleitoral. Ora foi este que definiu recentemente regras mais apertadas para aqueles que ousem dizer alguma coisa que "degrade ou ridicularize candidato, partido político ou coligação". A campanha para as eleições presidenciais vai ser certamente muito mais cinzenta. Todos sairão a perder. Um país e os seus cidadãos têm que poder rir-se de si próprios.

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A pergunta que se impõe fazer

por Daniel João Santos, em 21.05.10

Senhor Passos Coelho, não será do interesse nacional o afastamento deste governo?

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Ganham os que perderam

por Daniel João Santos, em 10.05.10

Afinal a velha Inglaterra, graças a uma lei eleitoral particular, mostra a sua modernidade ao mundo. Quem vence as eleições em terras de sua majestade são os derrotados.

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