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Crime por crime

por Daniel João Santos, em 05.06.10

Sinceramente, a ser tudo o crime, prefiro manter as escolas com 20 alunos, evitando a desertificação do interior, do que o crime de encaixotar alunos e criar licenciados a martelo.

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16 comentários

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De Moon a 05.06.2010 às 23:01

Licenciados a martelo? Onde foste buscar essa ideia?
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De Daniel João Santos a 06.06.2010 às 08:47

à ministra da educação.
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De Diogo a 06.06.2010 às 00:06

Nada me choca uma escola ter 10 ou mais alunos e apenas um(a) professor(a). Uma escola não tem de ser uma fábrica. Nem tem de ter ginásios, nem piscinas, nem mictórios para 500 putos.
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De manuel gouveia a 06.06.2010 às 10:05

Quanto aso mictórios, não sei...
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De Pronúncia a 06.06.2010 às 02:06

Quando eu frequentei o 1º ano (1ª classe na altura), a mesma sala tinha alunos do 1º, do 2º e do 3º anos e só com uma professora para aquela gente toda... a professora devia ser mesmo uma super mulher (que era) porque todos nos demos bem na vida.

Haja vontade de aprender e vontade de ensinar e não há impossíveis, diga "Lisboa" o que disser!
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De Daniel João Santos a 06.06.2010 às 08:53

Dos gabinetes de Lisboa decide-se o país sem contacto com a realidade e apenas baseados em estilísticas e economia.
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De joshua a 06.06.2010 às 03:27

Nem mais, meu caro Daniel. Todos devemos dinheiro a Sócrates. Quem o ouve não é surdo.
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De Daniel João Santos a 06.06.2010 às 08:55

mas a conta que ele tem a pagar ao país já é demasiado elevada.
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De manuel gouveia a 06.06.2010 às 10:06

O país está uma merda, a nossa produtividade é a pior da europa, para quê gastar o dinheiro em escolas?
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De Daniel João Santos a 06.06.2010 às 21:53

sempre podemos pagar a gestores.
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De manuel gouveia a 06.06.2010 às 21:58

Exactamente! Aí não podemos poupar.
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De antónio martins a 08.06.2010 às 08:10

Estou convencido que em muitos locais onde se fecha escolas, essas populações podiam arcar com parte substancial dos custos, dada a proximidade, isto é, eram chamados a gerir a escola, caberia ao Estado garantir o (a) professora, os curricula e os materiais escolares. Nas aldeias qualquer um sabe pintar, limpar, arranjar os jardins, …. A professora ensinava com gosto, usufruía de casa mais ou menos à borla, de produtos agrícolas e sentia a paz das vistas. Como sempre é preciso “mandar” de cima para baixo, fazer cimento ao alto ou ao comprido, com elevados custos de conservação e manutenção no tempo. Enfim, megalomanias à Sócrates, para dar “trabalho” a construtoras. A Escola de boa construção, que dura há dezenas de anos, por onde passaram muitos, é vendida e faz-se uma residencial de turismo rural.
O que não quer dizer que não se fizesse uma ou outra escola à Sócrates.

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