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O estado de Negação

por João António, em 30.04.10

Para avaliar a falta de seriedade de muitos políticos, bem como de muitos gestores das grandes empresas do regime, basta assistir aos debates da Comissão de  Inquérito da Assembleia da Republica.

Naquela comissão, a mentira e a hipocrisia são a moeda corrente, em que o papel dos deputados do PS ali presentes raia a indignidade, celebrada no currículo do deputado Ricardo Rodrigues. (Henrique Neto, aqui)

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7 comentários

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De Diogo a 30.04.2010 às 22:36

Assim sendo, porque não se organizam os cidadãos em grupos que procurem e questionem directamente este políticos e gestores a quem a seriedade não abunda?
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De João António a 30.04.2010 às 22:46

Primeiro temos que alterar os parâmetros da eleição dos deputados, optando pelos círculos uninominais em que sabemos em quem votamos e porquê!
E sim devíamos interrogar esse tipo de políticos que nos últimos anos nos têm roubado !.
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De Miguel a 01.05.2010 às 09:37

O problema da classe dominante (a "burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula, não descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados na vida íntima, descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira à falsificação, da violência ao roubo, donde provém que na política portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Limoeiro" do Guerra Junqueiro) não está na forma como é seleccionada, escrutinada, para ocupar os cargos públicos desenhados para perpetuar o estado de coisas. Se amanhã os círculos uninominais se apresentarem como a melhor forma desta classe conservar o poder político e económico, é por aí que irá (como testemunha a burguesia inglesa). O problema não está na forma como são escolhidos os burgueses; está na natureza da classe burguesa, sabiamente descrita pelo Guerra Junqueiro há mais de 100 anos.
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De João António a 01.05.2010 às 10:42

Meu caro eu não sou apologista de um país de pobres, mas sim um país de ricos! É que pobres somos nós, o que precisamos é nivelar por cima a riqueza e não por baixo.
Quer dizer que se podermos responsabilizar pessoalmente os nossos eleitos não teremos toda a corja partidária para os desculpabilizar !
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De manuel gouveia a 02.05.2010 às 00:10

Shiu! Ainda abrem uma comissão para verificar se alguém mentiu...

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