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UMA PERSPECTIVA GLOBAL DO NOSSO INFERNO

por joshua, em 11.08.09

«Estou firmemente convicto de que se os grandes projectos públicos forem todos para a frente, nós vamos ter um longo período de estagnação económica. O TGV significa que teremos de pagar indemnizações compensatórias permanentemente, as auto-estradas vão estar vazias e tudo vai sair dos impostos. Vamos introduzir uma rigidez brutal nos orçamentos futuros - e os orçamentos já são difíceis de fazer porque há uma grande rigidez. A dívida pública é cada vez maior, os juros serão cada vez mais elevados, os salários dos funcionários públicos têm de ser pagos, tal como as pensões, e além disso tem de se pagar as parcerias público-privadas (PPP). O que sobra para gerir depois disto é muito pouco, o que significa que o investimento público será cortado, que as prestações sociais vão ser reduzidas e a culpa disso estará nas decisões tomadas hoje.» Luís Campos e Cunha
 

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11 comentários

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De PALAVROSSAVRVS REX a 11.08.2009 às 14:22

Dá que pensar este remate: «Os rendimentos do capital são lucros, juros, mais-valias, e esses ou não pagam imposto ou pagam impostos muito baixos. Deveríamos considerá-los em pé de igualdade com os rendimentos do trabalho. Porque é que o rendimento do trabalho, mesmo um bom ordenado, paga mais impostos que uma mais-valia de uma empresa cotada em bolsa? Outra coisa são os impostos sobre a riqueza, que em Portugal se têm traduzido apenas em impostos sobre o imobiliário, mais fáceis de cobrar. Isso está errado: mais uma vez, do ponto de vista fiscal ter uma casa, para habitar, ou mesmo uma segunda casa, é completamente diferente de ter acções de uma empresa. »
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De joshua a 11.08.2009 às 15:41

Falta de coragem política. Não há problema. Há sempre os professores e as classe média para aguentar.
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De Daniel João Santos a 11.08.2009 às 14:59

exige-se o tomar de decisões capazes de assegurar um bom futuro, conscientes e pensadas.
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De joshua a 11.08.2009 às 15:40

O contrário do seguido até aqui.
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De Paulo Quintela a 11.08.2009 às 16:35

Nem o catastrofismo de Campos e Cunha nem a glorificação de Sócrates.
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De joshua a 11.08.2009 às 16:46

O diagnóstico de Luís Campos e Cunha é até bastante lisonjeiro para Sócrates.
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De João António a 11.08.2009 às 18:48

Uma coisa eu tenho a certeza ...eles falam, falam... mas quando lá estão, esquecem o que falavam !
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De joshua a 11.08.2009 às 20:07

Também é por vaidade que se pronunciam encalacrando ainda mais quem merece encalacranço.
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De manuel gouveia a 11.08.2009 às 20:37

E a terra é redonda e estes senhores não sabem do que falam!

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